Canão Foi Tão Bom (Original 2002)

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Sabotage - Rap, Brasil

Canão Foi Tão Bom (Original 2002)

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[Letra de "Can�o Foi T�o Bom (Original 2002)"] [Verso 1] Can�o foi t�o bom, poder falar pro Dom que aprendi com o J�o Como obter mais alegria, cara, sempre informa��o Sangue puro e bom, pras droga' basta um simples "n�o" O dom da opini�o, a vida � a sua cara Eu me dou bem no som Na ra�a, um spectrum, quem sai do roj�o �, tio, sem drama, face a face com o sub�rbio O mandarim, Sabote, o Maurin', o n�cleo Registra e mete a cara, jamais a ideologia falha, ganha H� quem produz um som de J�o pros tios, n�, Ganja? Falar podre do bairro onde eu nasci, que agradei, p� A mesma viatura pra enquadrar, lembrar das mina' Mulher, voc�s s�o linda'; n�s, periferia A crian�ada agita, pula amarelinha Aguila gira, ciranda-cirandinha � muita treta Talvez melhor que um menos treta [Refr�o] Brooklin, o que ser� de ti? Regar a paz, eu vim, Jesus j� foi assim Brigas trazem intriga', ai de mim Sen�o, tolin', Z� Povin' quer meu fim Se esperar, apodrece Se decomp�e, se a gente faz Corre atr�s, pede a paz, eles esquecem Sempre assim, crocodilo hoje s� rasteja em solo f�rti' [Verso 2] Crime, ouro, d�lar, bola fora, esquece Os vermes eleito' querem; seus votos, preferem Paralisia infantil no morro, cresce Ele observa o que lhe impede o confere A m�e, o pivete, sujeito mais que p�-de-breque Se eu t� com frio, fome, f�ria, trombo, click-clack Sei que eles doam, mas n�o pros morros, pra UNICEF Pobres esquecem, a m�e maior nos aparece e pede O fim maior est� t�o breve, filho, ent�o, que reze Anda l�', vejo na mal�', �, s� Ainda mais pobre do que eu, ai, que d� Na parte de cima, Morro da Macumba, Catarina Sem estudo, liga, crian�a, coroinha O medo, vejo, se aproxima �s vez', n�o tem nem pista, veja s� que fita Ele desceu da lota��o, sofreu chacina No bolso, uma anistia de botuc�o, beck do bom Um beck muito louco e a maldita, a hero�na A tal da bomba da Hiroshima Aqui se faz o fim pra periferia Melhor jogar pra cima que tomar Tio, vou falar, delito �bvio Sangue, suor, amor e �dio, roubada Se n�o ter f�, tio, se tranca em casa E n�o saia, ligue a TV, talvez voc� vai ver Pode crer, me ver num outdoor Querem me pegar pra l�, v� se po- -De, o menor problema saiba que � mal� Dou valor pros for' Ter d� de quem vem se arriscar na vida bandida O custo de vida d� la�o sem n� Lembra a v�, �, d� m� d� Crian�a na periferia vive sem estudo e s� � merc� da mor', two, three, Sabo' Do mandarim de volta pra rima Voz bem l� em cima, essa � a sina, destino indica A correria de um homem, alternativa Pra crian�a aprender, basta quem ensina Essa � a verdade: crian�a aprende cedo a ter car�ter A distinguir sua classe, estude Marx Seja um m�rtir, �s vezes um Luther King, um Sabotage [Refr�o] Brooklin, o que ser� de ti? Regar a paz, eu vim, Jesus j� foi assim Brigas trazem intriga', ai de mim Sen�o, tolin', Z� Povin' quer meu fim Se esperar, apodrece Se decomp�e, se a gente faz Corre atr�s, pede a paz, eles esquecem Sempre assim, crocodilo hoje s� rasteja em solo f�rti' [Sa�da] 'Tava melhor essa aqui Caralho, meu, agora eu fiz a m�sica certin'

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