Gangsta Rap Nacional

Album cover art for "Gangsta Rap Nacional" by Realidade Cruel & A286 & Moysés (A286) & Mandrake (Hórus) & Gregory

Realidade Cruel & A286 & Moysés (A286) & Mandrake (Hórus) & Gregory - Rap, Em Português

Gangsta Rap Nacional

2 Plays

Duration: 7:02

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Lyrics

Language:

Porque ai guerreiro � desse jeito A imagem que reflete no espelho � do ghetto Que clama por amor, justi�a, respeito Desde os tempos que na profiss�o perigosa Ainda me vejo arbitr�rio de forma honrosa Cad� os vinhos? Os pratos de lagosta? Os manos que diziam que o rap era quest�o de honra? Olhei pra tr�s de forma cronol�gica Quantos grupos bons que n�o acabaram escrevendo na hist�ria P�ginas com l�pis e borracha Ou ent�o nos castelos de areia que desfaz com a �gua O show business � m�gico, � perverso Quantas vezes veio at� � mim ofertando sucesso Mais uma vez, tamo a� daquele jeito Som de bandido, 100% veneno, vai vendo Bate nos carro, abala os com�dia Coloca os boy em danger, polui a atmosfera E fuma�a vai subindo, e vem chapando o globo Porque o time reunido s� tem monstro cabuloso Venta l�, venta c�, o tsunami t� no ar Mais tenebroso que rajada de AK, pode apostar Huuu! � Gangsta Rap Nacional! Os cuz�o que passa mal Quando n�is na marginal, de toca na cabe�a e len�o na cara Os bra�os tatuados escutando as pauladas mandam o verso Ae ladr�o sangue bom, � pau no gato � pique sem massagem, � o eco que invade os raios E representa na rua ou nas cadeias E como j� citado � garrafinha nas antenas [Refr�o] E outra vez, poema se mistura com o som dDexas ruas Literatura marginal continua Por aqui ainda sendo a voz do bandido Ainda sendo a voz do rapper que representa o perigo E outra vez voc� se v� que a nota musical Quando ecoa sobre a mente criminal, cabelo voa Faz estrago, nas corte, nos pal�cios, n�o importa O nosso movimento incomoda, eu sei que � foda �.. Pro c� v�, vou falar As palavras que penetram como um tiro de AK Porque o rap aqui � isso mesmo meu querido � o som que treme o ch�o, representa os humildes, bandido O sofredor, o �dio, a dor, e quem desacreditou Ei rapaz, pelo amor.. Enquanto tiver sangue correndo nas art�rias Bate forte o cora��o, v�m na mente as id�ias Oh.. V� te fala ent�o a� me escuta Poema de rua, os preto a luz da lua No estilo, favela, nos pano loco de guerra Pique fun��o, bate de frente, n�o amarela Os boy treme quando v� algu�m ouvindo um rap J� fala que se p�, � incentivo pr'os muleque Cata no sem�foro as patricia de Audi A4 E depois deixa o sangue pingando no asfalto, n�o � n�o! O rap � mais que isso j�o, poesia de favela que vem do cora��o Apesar de tanto �dio, apesar da revolta Com tanta guerra a�, � o rap que incomoda � fodaa! � a vida � assim, fazer o que Deixa o chicote estralar, deixa acontecer Pra eles ver, parar e refletir um pouco Que aqui na selva o barato � louco [Refr�o] E outra vez, poema se mistura com o som das ruas Literatura marginal continua Por aqui ainda sendo a voz do bandido Ainda sendo a voz do rapper que representa o perigo E outra vez voc� se v� que a nota musical Quando ecoa sobre a mente criminal, cabelo voa Faz estrago, nas corte, nos pal�cios, n�o importa O nosso movimento incomoda, eu sei que � foda E ae.. Se ligou n�is, tamo junto ein neg�! Meu estilo � vagabundo e o sistema ignorou Sem querer criou, l� nos fund�o da favela Os monstros que se arma de rap e vai pra guerra Mas se empolga n�o j�o, o corre � louco, tenebroso Aqui � os mano do rap e n�o os c� da globo J� inflamou de povo que se p� que abra�a o mundo Vai com o seu rap meloso, deixa que n�s fode tudo Sem maquiar a cara, sem fama, sem marra Seu pesadelo, Gangsta Rap na �rea Fa�o meu papel, pr'os boy sou um Bim Laden Perseguido por bater de frente com as suas pilantragens Deram o alarde, disseram o inferno est� em chamas Bom poeta n�o se engana, em meio ao fogo cruzado declama Deixa com n�s, que a responsa t� no peito Ei tru destrava a matraca e vamo logo pro arrebento O que se pen-sa? Muitos ainda n�o entenderam N�s prega a revolu��o por amor n�o por dinheiro E a rappa levanta a voz, decora, canta com n�s Causa estrondo nos bagui e ensurdesse os alg�z Faz do rap a trilha que bate nos stereo Que toca nos cora��es, livro uma p� do cemit�rio Fim do t�dio, o bumbo e o clap marca o ritmo Contra o sistema o rap � o c�ncer maligno [Refr�o] E outra vez, poema se mistura com o som das ruas Literatura marginal continua Por aqui ainda sendo a voz do bandido Ainda sendo a voz do rapper que representa o perigo E outra vez voc� se v� que a nota musical Quando ecoa sobre a mente criminal, cabelo voa Faz estrago, nas corte, nos pal�cios, n�o importa O nosso movimento incomoda, eu sei que � foda Mandr4ke no debate, pra falar verdade O rap faz sua parte e joga na mira os covarde As fita podre, o lado oculto tem que ser narrado Sem vista grossa e sem passa pano pro errado Eu n�o me calo perante a opress�o do estado Sou radical no que visto, o que fa�o, o que falo Se te incomoda, abra�a o seu verbo e sai fora Desfoca bitoca, sai fora, que o rap � foda Minha persist�ncia ainda � vida Na nossa letra auto-estima pra periferia O seguimento musical ainda � o rap Na caminhada e no comando instruindo os muleque Deficientemente julgado vou vivendo Moys�s paraplegicamente canta os veneno O rap relata o tiro, o sangue, a dor e o rancor A ira do sofredor que n�o � feito de amor O choro da crian�a, a m�o que pede ajuda A falta de esperan�a, o ladr�o que d� fuga O luto do parceiro, o ref�m no cativeiro O medo, a morte, o pesadelo da vitima no desespero Eu n�o me baseio em filme de fic��o A inspira��o vem da apologia que gera a raz�o A286 d� o bote e vai pra cima O Rap Gangsta brasileiro toma de assalto a rima [Refr�o] E outra vez, poema se mistura com o som das ruas Literatura marginal continua Por aqui ainda sendo a voz do bandido Ainda sendo a voz do rapper que representa o perigo E outra vez voc� se v� que a nota musical Quando ecoa sobre a mente criminal, cabelo voa Faz estrago, nas corte, nos pal�cios, n�o importa O nosso movimento incomoda, eu sei que � foda

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Writers
  • Realidade Cruel