História de Todas as Histórias

Lyrics
[Verso 1] Havia um reino em que os r�is tinham outra abordagem E bobos s�o as pessoas que n�o fazem mas que sabem H� um s�tio at� bem pr�ximo e pouco se fala disso Na verdade a� n�o falas palavra mal entendido Arrancam as virtudes, cedo aplicam for�a bruta H� um ensino de borla mas numa escola de burla Entende, l� ningu�m acompanha putos � creche � o costume que os encosta a parede e grita cresce Porque h� pais ocupados, atarefados, lotados E vendados e da� n�o haver outro modo Bra�o dele � pesado, o dela � pisado A m�o dele segura a guita dela a um pre�o, quem � que pode... Irm�o mais velho demonstra como o exemplo fracassa O emprego n�o bate � porta, arranjou � porta de casa Mais amigos que sorte, amizade ao encargo Se m�o bate na m�o a cara bate na grade Pernas extensas, rumor se a gravidade enterra Essa raiva berra, como se a dor fosse da terra J� nem h� lemas porque por ele j� muitos pagam V�-se bem que os mudaram, l� desfazem l� se pagam Idolatras um parente em cada tr�s valente Para come�ar um m�s polivalente para t�-lo ao fim do mesmo Sob esgotamento de lutas anormais Sem tremer com os p�s no ch�o em terramotos emocionais Tens contados, bocados que confundem pe�as soltas S�o respostas mas no fundo n�o fundem em qu� que encaixas � estranho como as coisas se iludem Ter um contrario porque conv�m que as cenas n�o mudem Porque que achas?! Alguns mandam-se p'ra sonhos p'ra sorrirem doutra forma Ou atiram-se da ponte por n�o haver queda para a escola Come! S� h� um prato e se n�o h�, algu�m explica Come. A� quem n�o petisca arrisca Arrisca! E nesse reino preservar a fam�lia � ter um tecto A import�ncia dos afectos n�o � mais do que fetos Fazem brinquedos com medos que apedrejam crian�as O �nico arco-�ris que viram tinha sete linhas brancas Respostas em branco ficam p'ra dona da casa Ganhou a cara metade para perder metade da cara Mulher de cl�nica, paix�o � primeira v�tima O homem � b�fia, vai fazer queixa a pol�cia E quem se mete volta de pressa � mesmo assim Vai morrendo por ali at� que algu�m encoraje o fim No parapeito observa o resto de gente louca Murmurando, a voz do povo engoliu-se na pr�pria boca [Refr�o] Havia um reino mau, sabias disso n�o Sabias que os contos davam essa vis�o Mas quando vires � tarde A� tu far�s parte Esta � a hist�ria de todas as hist�rias Havia um reino mau, sabias disso n�o Sabias que os contos davam essa vis�o Podes at� ver cedo mas rejeita-lo n�o Esta � a hist�ria de todas as hist�rias [Verso 2] Esta � a hist�ria de todas as hist�rias N�o relatadas por rejei��o � mem�ria Porque em todos esses livros infantis, elas n�o s�o E quem as corrige cumpre cem anos de solid�o S�o falhas populares escondidas noutros lugares Encobertas com magias ou per�cias de boatos Ser� que dormes bem o facto de n�o tar tudo bem E quanto bates disso menos e dizes "est� tudo m�e..." Entendes as li��es que a casa tem de cumprir Tapa os olhos, ou encolhe-os, ou tamb�m podes dormir N�o h� fantasmas, h� pessoas boas mas encaras Nos contos pede para n�o contarem as �ltimas p�ginas Pede uma hist�ria que viaje sem traje Em contraste sobre hist�rias nas quais n�o age Enquanto cobres o teu medo por baixo de uma almofada Pesadelos vivos correm-te imagens adulteradas Numa chuva de estranheza mas a culpa � do ouvido Que sentido fazem sentidos para hist�rias sem sentidos N�o � senso comum, n�o � filosofia � n�o senso comum e toda a gente j� sabia!
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Credits
- Writers
- Johnny Virtus