Às Escuras

Album cover art for "Às Escuras" by Johnny Virtus

Johnny Virtus - Rap, Portugal

Às Escuras

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[Refr�o] Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que pessoas matam �s escuras H� solid�o sem sem salva��o � troca Socorro, algu�m 't� s� porque o alarme j� n�o toca Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que pessoas matam �s escuras H� solid�o sem sem salva��o � troca Socorro, algu�m 't� s� porque o alarme j� n�o toca [Verso 1] Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que as pessoas matam �s escuras � o circuito do mundo que acorda � vista Umas passam outras v�em passar para passar a intriga Cidad�o perdido, aflito Porque engolido pela gan�ncia mal curada E a dar socos em vidros Passeia pelo casino para voltar ao mesmo ponto Joga um conto, ganha um conto, fuma um conto Saiu do eixo, mas agora �s tu quem faz o ex- Mais um melhor amigo a comer a tua ex- Saiu, engravidou ou v�-se nova para ser cota E j� n�o goza, porque � noite tudo o que n�o mata engorda Atra��o surge algures � primeira � pronta e siga Fazem pactos de sangue desse amor que � pronticida A melhor, quem quer saber not�cias onde mi�das est�o mais s�s Que av�s em corredores de obstetr�cia � obsceno, tanto enredo, s�o filmes com outra carga Como � que debaixo de um telhado manos metem tanta �gua Inunda��o de situa��es com longa dura��o Amplia��o de factos emergidos sem uma op��o [Refr�o] Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que pessoas matam �s escuras H� solid�o sem sem salva��o � troca Socorro, algu�m 't� s� porque o alarme j� n�o toca [Verso 2] Nascem bandidos por pais que n�o tinham um prop�sito E passados 8 anos recebem certid�es de �bito Filhos ganham idade em enganos Carregam, entregam curr�culo nas ruas com envelopes castanhos Gestos urbanizados, gestos n�o avisados por putos improvisados Que vieram para serem usados de vez de casa feitos Sem falhas em ambientes ca�ticos Prot�tipos de locais onde n�o h� nomes pr�prios H� cuca na coca e o osso j� solto, tens o teu gosto E quando aprendes a ter gosto, � j� dou Ent�o j� foste Pesado, encarar isso � maneira mais sombria Pela qual ainda se p�e em causa existir poesia Quem n�o sai aos seus gera vergonha social E por sinal o sonho de fam�lia irreal Maus irm�os emagrecem, um ficar sem o pr�mio Dum familiar que ganha peso num Magalh�es Lemos Afei�oam-se � a��o de criar pessoas E mais tarde desarmam na fei��o ou receio da solid�o Duma refei��o � luz de: essa � companhia? Numa troca injusta e a saudade de ouvir a campainha Muitos olhos escondidos por um cobertor no ch�o O sono dentro dum caixote espera oferta dum caix�o Por detr�s de cada homem h� uma grande surpresa Porque por detr�s de cada marginal h� uma casa � venda [Refr�o] Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que pessoas matam �s escuras H� solid�o sem sem salva��o � troca Socorro, algu�m 't� s� porque o alarme j� n�o toca Cheira a morte, vem debaixo do alcatr�o das ruas Guarda da noite que pessoas matam �s escuras H� solid�o sem sem salva��o � troca Socorro, algu�m 't� s� porque o alarme j� n�o toca

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Writers
  • Johnny Virtus