Sobre a Fábrica de Máscaras

Lyrics
[Verso 1] Eu não vou comprar essa briga, mesmo que antiga Pra mim o eixo é tipo Parteum e Mahal Talvez, sigo perdido tentando comprar o céu Me queimando como o sol, trombando estátuas de sal Eu sou Hércules, filho do rap e do mundo real O rato roeu a roupa dele, ídolos são reis Tipo Tim, tipo din, tipo Di O que eu to fazendo aqui? eu já não sei se eu sei As linhas com meu gene, banhadas com meu sêmen Meu filho levou uma flechada e faleceu Durante o espetáculo do Grammy, plana terra Perdeu a guerra como um filho de peleu Cidadão de bem, ou de mal, é tudo anormal Aprendendo a ser um cidadão de mim, passional Sérgio Vaz no twitter, como um pixador binário Até raps centenários, sagaz eu sigo assim, paz [Verso 2] Rimando em 21 pés, ao som de Celso Blues O caldo não reduz, talvez tente o revés Pra ver se como o revolta eu faço jus Porque a calçada seduz e eu ja não sinto meus pés O confeccionista das máscaras, cérbero criado Em gaiola, e na sacola um cérebro ligado Aos traços da perdição, me perdi de odiado Por querer brincar de tetris com jesus e o diabo Contando os problemas, por ser a cabra negra Não pontuo meus dilemas por vozes de caga-regra Nos passos da cobra-cega, dos maços não cobro a ponta Medindo o equilíbrio com a regua por que que eu perco a conta? 25g de beat, um beck de lo-fi Então joga o kilo e vai, de rima num flow high-tec Por que os muleque aqui são prana pra caralho Tipo o Teylor, o Labanca e os que honram meu trabalho
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Credits
- Writers
- GÁBE