Nada É Mais Como Antigamente

Album cover art for "Nada É Mais Como Antigamente" by Facção Central

Facção Central - Rap

Nada É Mais Como Antigamente

2 Plays

Duration: 4:57

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Lyrics

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[Verso 1] Final feliz eu sempre quis Um carango, uma goma, paz, uma vida feliz Tem humilde esquecido, como toda quebrada As coisas boas n�o foram ensinadas Ningu�m � santo, mas aqui n�o tem dem�nio, mor�? Se tem dois 157, �que o Brasil plantou Desde pivete, choque, barulho de tiro Cad�ver no ch�o, com tiazinha gritando "Ajuda, meu filho!" Ningu�m nunca respeitou nossos direitos Deram um crack, uma Glock de pente cheiro A mesma que eu uso pra roubar no sinal A que passa batida pelo detector de metal Em Alphaville � piscina,�vigia na guarita Aqui � prof5ssor, de 15 em 15 dias Tem Ingram MAC-10, Taurus, B5retta Pra defunto t�aqui a receita O Brasil d� o�cachimbo, a pedra, a cinza Depois �um caix�o a mais pra pol�cia Cansei de ver meus manos indo nessa Dez a zero pro crack, � o placar da guerra Da l�mina do gilete � chama alta do isqueiro Vira fuma�a qualquer conselho Pacto com o dem�nio j� registrei, t� saindo fora N�o quero luto, ainda mais, por porra de droga Nem me ligo nessa merda, m� lembran�a do crack A casa caiu, Dum-Dum, logo o DENARC N�o reconhe�o meus manos, por pouco Trocando tiro, penhorando a roupa do corpo Ouvi meu mano me pedindo pelo amor de Deus Uma intera pra droga, que que aconteceu? Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Agora � crack, enterro, infelizmente [Refr�o] Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente [Verso 2] Eu t� falando, aqui tamb�m, da parte mais fodida Aonde vale muito o crack e nada a sua vida Do lado da cadeia, do lado da coca�na Mano preso, artigo 12, maldita rotina A cada esquina, preto e branco s� ganhando a lan�a Investigador de ganso, h� mais de uma semana Querendo te ver na maca do hospital Querendo sua m�e no Instituto M�dico Legal Carro derrapando, rev�lver engatilhado E o crack permanece l�, enquadro ap�s enquadro Levando sua jaqueta, seu t�nis, seu dinheiro Te dando uma cela, ou flores, no seu enterro T� no shopping, na faculdade, na mans�o S� que l�, n�o tem tiro no peito, nem deten��o O PM s� explode o traficante da favela O boy que traz a droga, n�o morre na�cela Tanto vel�rio, tanto tiro, tanta morte em v�o Tanto gamb� que se promove matando ladr�o Eu me lembrei das fam�lias, eu me lembrei dos manos Sangue no olho, e de que jeito estavam terminando Dando motivo pra essa porra de pol�cia maldita Norte, Sul, Leste, Oeste, periferia T� com voc�s e tal, mano humilde Eduardo S� que a pampa do veneno,�distante do prato N�o quero a Duda, a Pa, a Gabi, no meu vel�rio Por porra de droga, n�o decreto meu �bito Dispense esse papel, destr�i esse cachimbo Se valorize, mano, segure o seu artigo Sem essa de coca�na, sai dessa de crack Bem longe da ROTA e DENARC Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Agora � caix�o, infelizmente [Refr�o] Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente Tem algo errado aqui, n�o � mais como antigamente

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