sinope

Lyrics
[Letra de "sinope"] [Verso 1: xtinto] Ansiedade viraliza Assim que eu vir a lisa No fim da vida vira A contracapa noutra data Que elacicatriza Sina� chaga intr�nseca Afimda vaga eu disse que a Morte� sorte Nesta vida ind�gena E diz que na dica ou rima Acima eu fiz-te f� Krishnamurti nesta multi Que n�o viste s� V�sceras de fora Enquanto o bicho mas devora Vim do lixo mas decora Que o meu nicho faz-te c�lera Polaroid Impress�o instant�nea do teu tropa s� que Topa s� que Ele disse "ele � o rei" e nem sou Onda Choc Olha a onda s�ce Sou Civic at� que o Honda choque Songamonga cospe nesta shit At� virar neg�cio Oh se o meu fado um dia acaba com o meu �cio, s�cio Posso vir a virar o meu boss bruto Tosse puto, toseina em dose anima as hostes dos h�spedes Esculpida a sinopse � Di�genes de sinope Eu 'tou Sinel de Cordes Humor negro nesta posse, fiel ao deboche Tumor tento dar o corte num bordel um coche Turbulento neste acorde e sem prova aposto Cova a postos No meu ADN o vinho corre a potes Porra podes tocar a sirene que isto � s� barrotes S� pagodes Nesta diocese feita s� para gods S� capotes Beats dilacero espero s� que anotes [Refr�o: Benji Price] Surjo com brio teu mundo estanco Sujo sombrio num rumo insano Purgo teu frio com lume e avan�o Luz irradio, repulso teu sangue Boy eu singrarei Certo que eu singrarei Sei que eu singrarei Certo que eu virarei rei Boy eu singrarei Certo que eu singrarei Sei que eu singrarei Certo que eu virarei rei [Verso 2: xtinto] Aquece o meu copo com 1920 Skill inovo e vim-te Dar o foco ou vim-te Dar o fuck ao vivo S� convivo com quem vivo E digo fuck ouvinte Com otite ou poliomielite no ouvido �lcool � que me permite dar-te ouvidos Capta que s� a mente mentecapta N�o percebe o quanto isto � nocivo Banco num instante sinto Branco no semblante tinto Clandestino sou sozinho Perten�o a um cl� destinto Ando xtinto Deambulando por um v�o destino, voando estico A minha insanidade e no volante esquivo Santo Cristo N�o vais perceber que n�o quero o teu sangue nisto Tanto triste A dar o litro que eu bebo a um canto bitch Copo de baga�o no corpo Eu torto tra�o o ponto de encontro Em que morto me encontro Eu senti o peso no dorso Obeso no posto S� penso que o rosto Em carne convida o Vento no fosso Ver-te no ventre Converto o ventr�loquo De cu vendido ao move Rendido ao groove Senti-me obtuso Sentido oculto C�ntimo ofusco Intruso induzo A medusa � luz Flow tanto que abana Podes levar rimas a peito que eu sou cancro da mama A arrombar cricas a eito Boy eu mando-te p'ra campa com as dicas do teu DJ Puxa o banco e abanca [Refr�o: Benji Price] Surjo com brio teu mundo estanco Sujo sombrio num rumo insano Purgo teu frio com lume e avan�o Luz irradio, repulso teu sangue Boy eu singrarei Certo que eu singrarei Sei que eu singrarei Certo que eu virarei rei Boy eu singrarei Certo que eu singrarei Sei que eu singrarei Certo que eu virarei rei
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Credits
- Writers
- João Maia Ferreira
- xtinto