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Egymás igazsága

Album cover art for "Egymás igazsága" by Xeg & Dois

Xeg & Dois - Rap, Em Português

Egymás igazsága

2 Plays

September 11, 2001.

Lyrics

[Verso 1 - Dois] Todos os dias quando acordo Vejo a mesma realidade Onde a mentira vai alastrando E tomando conta da verdade Os ideais foram trocados Est�o certos, n�o errados Egos cegos, descontrolados E o fim o menos desejado Libera a lei do mais forte Quem a tem na m�o, est� com sorte Quem � fraco e n�o tem Faz o dobro e recebe corte O dinheiro n�o compra tudo, mas quase Quem o diz sou eu E digo "quase" Porque compra tudo menos a alma Que a natureza me deu Pol�tica, interesse Igual a truques na manga Por isso quando chegam as promessas Eu vou-me embora, n�o ligo a tangas V�m de partidos diferentes Que na pr�tica s�o iguais A TV chama-lhes doutores Para mim n�o s�o nem Neandertais Abrem a boca e descaradamente mentem aos molhos Cada palavra que dizem Mil gr�os de areia nos meus olhos Mas eu fujo � marca��o E mantenho a concentra��o Querem ter a m�o na popula��o Mas em mim n�o, n�o sou pe�o Paulo Portas sonhou? Olha, n�o vales um tost�o O problema n�o � o graffiti O problema � a educa��o Paulo Portas se me ouves Isto � para ti que gostas de pi�a O problema n�o � o graffiti � a sa�de e a justi�a Paulo Portas O problema � aquilo que o Dois h� tempos viu Quando ligou a televis�o E descobriu que a ponte caiu ao rio Paulo Portas O problema � lembrarem-se s� de quem consome � terem o olho aberto ao neg�cio E outro fechado para a fome Voc�s sim s�o delinquentes Voc�s sim causam desgra�a Resumindo e concluindo O que voc�s s�o todos � uma grande farsa! T�m todos muita lata E sem vergonha reclamam Mas fiquem todos a saber Que eu cuspo nas leis que voc�s proclamam O mundo ficou doente E a culpa � toda da vossa gente Pois n�o sou nem serei aliado At� morrer sou um dissidente E diga o Portas o que disser Saberei sempre a verdade Que ele � s� mais um fascista Que quer poder e notoriedade Da minha pessoa n�o leva respeito S� leva quem o d� Paulo Portas Um mais um Faz a soma e toma l� [Refr�o - Dois & Xeg] Tempestades e ventos Derrubam o cimento O mundo evolui Mas o homem parou no tempo Quer a vingan�a, armas �s crian�as Rimas, pinturas, m�sica e dan�a (x2) [Verso 2 - Xeg] O planeta aquece Algu�m tem o que n�o merece Escondendo a verdade que o homem desconhece O stress aparece Juntamente com os porqu�s Somos como pe�es Nestes tabuleiros de xadrez Ouve o que o filho da puta diz V� o que o filho da puta fez Vivemos � espera do fiz do m�s, do dinheiro A t�bua de salva��o, o �pio da na��o Um planeta onde a vida Vale menos que um cifr�o Um "S" atravessado por duas barras A qualquer merda te agarras Pior, escarras no prato que comeste A amizade que perdeste O amor que esqueceste Um dia destes Onde o desespero for maior que o senso Eu p�ro e penso Relaxo quando fico tenso Se fizerem barulho, eu fa�o sil�ncio Um, dois, tr�s, quatro minutos � pelas m�es, pelos putos Pelos homens que arrancam com suor Aquilo que os filhos comem Desordem num pa�s desordenado Prenderam um s�cio? Mas qual � a moral do estado? Do pol�tico engravatado? Para me dizer o que � errado ou certo Sei que nunca hei de chegar a nenhum lado Mas deixa-me morrer perto Se abram mares no deserto Montanhas no oceano Aconte�a o que acontecer, n�s rimamos Porque o som acaba Mas n�s ainda c� estamos Poliferamos com palavras Se as portas est�o fechadas N�o fiques � espera que ela se abra Quem cala, consente Quem fala a TV, mente Os meios da comunica��o, raramente falam da gente Viveremos sempre na nossa Mesmo que a nossa voz Pouca gente a oi�a [Refr�o - Dois & Xeg] Tempestades e ventos Derrubam o cimento O mundo evolui Mas o homem parou no tempo Quer a vingan�a, armas �s crian�as Rimas, pinturas, m�sica e dan�a (x4)

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