Advertisement

Quando Escrevo

Album cover art for "Quando Escrevo" by Xeg & Dj Veneno

Xeg & Dj Veneno - Rap, Em Português

Quando Escrevo

2 Plays

September 11, 2001.

Lyrics

[Verso 1] Quando eu escrevo o complicado, torna-se simples O dif�cil parece f�cil Os versos ganham requintes pessoais Que s�o transmitidos aos ouvintes que me d�o for�a Ou n�o Para passar ao verso seguinte Ent�o entro em sintonia, encontro o meu conforto Como se a caneta e o papel fizessem parte do meu corpo Sistema nervoso e sangu�neo em comum �s vezes chego a pensar, que somos apenas um Rimo na l�ngua dum povo, dum povo que � poeta Eu rimo em portugu�s porque � uma l�ngua completa Ent�o uso o meu conhecimento e todo o meu vocabul�rio Com as 26 letras do nosso abeced�rio Na cabe�a um dicion�rio, dic��es sobre bases Letras fazem palavras e palavras fazem frases Estas d�o versos, dois versos � uma rima Duas rimas � uma quadra, � o poder das palavras Imagina a mulher que amavas e hoje amas ainda mais O que eram problemas, hoje s�o quest�es banais Respeito esta cultura como s� respeito os meus pais Cantando e rimando e produzindo instrumentais Quando eu escrevo, torna-se pequeno o universo Olho para dentro, comigo pr�prio converso Uns divulgam o banal, eu fa�o o inverso Viver � o objectivo, rimar � o processo Muito mais que entretenimento � a sua vers�o l�dica Paz � o que quero transmitir a quem ouve a minha m�sica E a paz come�a em ti, em respeitares o teu parceiro Se queres mudar o mundo ent�o muda-te a ti primeiro [Refr�o] Porque eu pego numa caneta e numa folha de papel E ando atr�s da verdade como uma abelha atr�s do mel Digo o que quero, liberto os meus nervos E � isso que eu sinto, � isso que eu sinto quando escrevo [Scratch] [Verso 2] Com beat ou sem beat, com ou sem apoio Na casa, no trabalho, na escola ou no comboio Rimas s�o muitas mas cada uma � dita e escrita como se fosse a �ltima Primeiro eu pr�prio e toda a minha viv�ncia O que eu passei, o que eu passo e toda a minha experi�ncia Public Enemy e Gang Starr foram as minhas influ�ncias Mas agora apenas conto com a minha consci�ncia Desenvolvida e escrita de tardes e ins�nias Xeg no microfone, sou mestre de cerim�nia N�o preciso de banda, nem orquestra sinf�nica 'Tou infetado por esta merda como se fosse doen�a cr�nica E progressiva, 'tou cada vez pior Ou cada vez menor conforme a perspectiva Voz activa, a teoria une-se � pr�tica Rimas saem � medida que Gasto tinta da minha esferogr�fica Escrita nos cadernos ou no bloco de matem�tica Cantando, rimando de uma maneira sistem�tica Quando eu escrevo, a atmosfera torna-se ap�tica Desmentindo da verdade mesmo quando esta � dram�tica Que a for�a n�o est�, entre quem perde ou vence a briga Mas em seres tu pr�prio, n�o no que a sociedade te obriga Cago p'r� que pensam em mim Cago e prossigo e fico bem com o mundo Mesmo que o mundo n�o esteja bem comigo Agora com ou sem met�foras, simples ou complicado Certo, cruzado ou ent�o emparelhado Mant�m-te ligado porque eu mantenho-me fiel Torno doce o que era amargo, torno d�cil o cruel [Refr�o] Porque eu pego numa caneta e numa folha de papel E ando atr�s da verdade como a abelha atr�s do mel Digo o que quero, liberto os meus nervos E � isso que eu sinto, � isso que eu sinto quando escrevo [Scratch]

Rate this song

Rate this song

0/5.0 - 0 Ratings

5
0.0% (0)
4
0.0% (0)
3
0.0% (0)
2
0.0% (0)
1
0.0% (0)

Loading comments...

Credits

Credits Not Found