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Satolep

Album cover art for "Satolep" by Vitor Ramil

Vitor Ramil - Pop, MPB (Música Popular Brasileira)

Satolep

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1984.

Lyrics

[Verso 1] Sinto hoje em Satolep O que há muito não sentia O limiar da verdade Roçando na face nua As coisas não têm segredo No corredor dessa nossa casa Onde eu fico só com minha voz A Dalva e o Kleber na sala Tomando o mate das sete A Vó vem vindo da copa Trazendo queijo em pedaços Eu liberto nas palavras Transmuto a minha vida em versos Da maneira que eu bem quiser Depois de tanto tempo de estudo Venho pra cá em busca de mim Oh, oh [Verso 2] E o céu se rirá d'amore No olho azul de Zenaide Outrora... lembras flamingos Jê ne se pá, singulare Yê na barra uruguaia E letchussas no Arroito Marfisas gemerão de paz No The Lion! La Jana torpor vadio Cigarra sem horizonte Lia, Alice e a lua Num charque sem preconceito O cisne negro aprisona O bélico amor perdido E a esma num bissaje só Cativa alguém Nessa implosão de signos e princípios Eu guardo o Joca e ele a mim Oh, oh [Verso 3] O teu nome, Ana, escrito No braço da minha alma Persiste como uma estrela Nas horas intermináveis Chuva, vapor, velocidade É como o quadro do Turner Sobre a parede gris da solidão So-to-me-lo te verás-me Como-lho-me verte-ás-nos Solo te quiero dizer-te Que me sinto mui contento Porque vou na tua casa E lemos cousas bonitas juntos No silêncio eu pego em tua mão Tu do meu lado e eu no teu quarto quieto Teu ser se confunde no meu Oh, oh [Verso 4] Vitorino de La Mancha Minha luta se resume No compasso de um tango Na minha triste figura Meu piano rocinante A yoga e o chá no fim da tarde E depois a noite e meu temor Eu converso com o Kleiton Na mesa da casa nova Sobre a vida após a morte Sobre a morte após a vida Vencedor é o que se vence E a falta do Kleber é dura O que a gente quer é ser feliz A paz do indivíduo é a paz do mundo E viva o Rio Grande do Sul! Oh, oh [Verso 5] Só, caminho pelas ruas Como quem repete um mantra O vento encharca os olhos O frio me traz alegria Faço um filme da cidade Sob a lente do meu olho verde Nada escapa da minha visão Muito antes das charqueadas Da invasão de Zeca Netto Eu existo em Satolep E nela serei pra sempre O nome de cada pedra E as luzes perdidas na neblina Quem viver verá que estou ali

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