Aleph

Album cover art for "Aleph" by Gigante No Mic & Victor Xamã

Gigante No Mic & Victor Xamã - Rap, Em Português

Aleph

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Duration: 4:26

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Lyrics

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[Verso 1: Gigante No Mic] Lembrando do que eu fui � que eu me lembro N�o � nada importante lembrar do que eu j� fui Penso no que serei ent�o percebo Que pensar nisso � placebo e a onda muito ruim Se a onda � muito ruim, n�o vai fazer marola J� li o Paulo Coelho ouvindo um samba do Cartola Deixe me ir, preciso andar por outros mundos Envelhecendo v�rios anos em segundos � a d�vida que empurra o homem adiante Sociedade burra, me acha irrelevante A m�sica sussurra no fone aqui antes Com a verdade dou uma uma surra no meu semelhante As pessoas nunca partem, estamos sempre aqui em nossas vidas passadas e futuras S� a mediocridade � segura Nenhuma vida est� completa sem um toque de loucura Mesmo com a vis�o turva Quem deseja ver o arco �ris precisa aprender a gostar de chuva Enxergo o ponto onde tudo est� Vendo o vento soprar e voltar depois da curva Eu que at� pensei em n�o pensar em nada Fiquei pensando nisso e perdi a minha calma Mais importante do que o topo � a jornada Chorei e vi que as l�grimas s�o o sangue da alma Fazemos parte de um s� acontecimento Pois tudo que aconteceu continua acontecendo O momento presente est� al�m do tempo � a pr�pria eternidade habitando no momento Interpretamos tudo como que queremos Nosso �ngulo dita aquilo que vemos Nossa sabedoria Est� em respeitar as coisas simples que fazemos [Refr�o: Gigante No Mic] Ei, m�e, n�o � mais segredo o que eu consumo Alguns conselho eu n�o segui mas n�o esqueci de tudo Ei, mano, n�o tenha medo do futuro O futuro a Deus pertence e s� o presente � puro Ei, pai, irm�s vivam que o tempo � curto Lembrai os tit�s se v�o, seremos vultos [Verso 2: Victor Xam�] Quem caminhou sem alicerce Quero casas quitadas e tapetes persas Eu t� tentando me perder, encontrar o meu Aleph Ligar os pontos e partir do zero �s pressas Me desprender do corpo e voar sobre as �rvores Destinos n�o s�o male�veis Naveguei nos mares dos males O momento que mais aprendi foi ao sair dos trilhos E sentir a liberdade dessas aves E a morte n�o existe, tudo se transforma Do normal pro anormal n�o existem normas Eu vim de um lar n�o sei de onde o filho � casa torna Ao se despedir do agora Talvez na Transiberiana fa�a menos frio Que trechos da Transamaz�nica Acorda, sente a vida, cada hora � �nica Pra alcan�ar a certeza passa pela d�vida Essas almas s�o incandescentes Desliga a lumin�ria e deixa que a Lua Ilumina a rua Folhas mortas na vista Imagina amor � venda em farm�cias il�citas Pelas brechas do alambrado De um bairro aben�oado aos olhos de Krishna Eu n�o serei v�tima Eu n�o serei v�tima Reflex�es �ntimas, espelhos e vitrais Conselhos em cristais, carnes e metais Por algo passageiro que eu n�o troco a vinda [Refr�o: Gigante No Mic] Ei, m�e, n�o � mais segredo o que eu consumo Alguns conselho eu n�o segui mas n�o esqueci de tudo Ei, mano, n�o tenha medo do futuro O futuro a Deus pertence e s� o presente � puro Ei, pai, irm�s vivam que o tempo � curto Lembrai os tit�s se v�o, seremos vultos Ei, m�e, n�o � mais segredo o que eu consumo Alguns conselho eu n�o segui mas n�o esqueci de tudo Ei, mano, n�o tenha medo do futuro O futuro a Deus pertence e s� o presente � puro Ei, pai, irm�s vivam que o tempo � curto Lembrai os tit�s se v�o, seremos vultos [Sa�da - Di�logo] - Pra onde vamos depois da morte? - �... N�s vamos para um outro vag�o do trem e voltando ao al�m, e depois voltamos � esse vag�o, nisso, n�s estamos vivendo o presente, passado e o futuro agora, eu t� conversando com voc� agora mas eu sou o cara que eu j� fui e eu sou o cara que eu serei, o tempo � uma ilus�o

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Credits

Writers
  • Victor Xamã
  • Gigante No Mic