Ciranda

Album cover art for "Ciranda" by Vanessa da Mata

Vanessa da Mata - Pop, Em Português

Ciranda

2 Plays

Duration: 4:16

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Lyrics

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Sigo sonhando Minha sorte no meio do povo Sou eu quem segura, sorrindo de novo Não vou mais sofrer, vou me levantar Rica de fibra Mas dura e oca por dentro A boca mordida, olhos espremendo Franzina, fodida, severina Vendo minha água Que a sede é pior que a fome Porque onde come um, outros também comem Minha mãe de idade, neném pra cuidar Quantas misérias já vi Quanto sofrimento Com a graça de Deus tô bem no momento Com muita saúde, não vou reclamar Vendo água Que a sede é pior que a fome Porque onde come um Outros também comem Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela e ninguém vai bulir Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela e ninguém vai bulir Sigo sonhando minha sorte no meio do povo Sou eu ​ segura, sorrindo de novo Não vou mais sofrer, vou me levantar Rica de fibra Mas dura e oca por dentro A boca mordida, olhos espremendo Franzina, fodida, severina Vendo água Que a sede, é pior que a fome Porque onde come um Outros também comem Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela, e ninguém vai bulir Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela, e ninguém vai bulir La la la la la la la La la la la la la la La la la la la la la

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Writers
  • Vanessa da Mata