Agape

Album cover art for "Agape" by Guerra Santa & Eleazar

Guerra Santa & Eleazar - Rap, Brasil

Agape

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[Intro] Hey, yo Salve, salve Curitiba, Brasil Guerra Santa, Eleazar, 2010, Agape Eu quero amar aquilo que Deus ama, abominar o que ele abomina Agape, Dario Beats [Verso 1] Santificado é teu nome, meu pai que tá no céu Veio teu reino e tua vontade, ó, guarda de Israel Renuncio tudo pra vencer o mundo Edificar o puro, santificar o imundo Já não sou moribundo, nem nóia e vagabundo Se o pecado mata, já não sou mais defunto Em Cristo eu posso tudo, ele me fortalece Por isso eu canto rap, pra salvar a plebe A busca antecede, e ao som procede Como se fosse um jab, ou um drible do Messi Sei que ninguém merece, a graça se recebe O meu amor cresce, maior é o que serve Palavras do mestre a gente obedece Religião perece porque o fardo é leve A gente intercede que o reino manifeste Ritmo apostólico profético, é o rap [Refrão] Quero amar aquilo que Deus ama Me entregar nessa guerra santa Uou, u-o-o [Verso 2] Vim da boca do lixo, do mundo do pixo Onde o cara que fuma crack é tratado como bicho Por isso eu não rixo contra carne e sangue Verei o [?] fechado e salvo toda gangue Expande o cataclisma espiritual Padece o falso, prossegue o original Na Bíblia li e reli, combati, transmiti Cocaína excluí, Manga Rosa eu bani Pra fazer você sorrir micro-ponto eu cuspi Pra glória eu me rendi, no manto eu me envolvi A poeira sacudi, o bezerro demoli Sai, cara de javali, Rapi tá aqui pra te expelir [?] pé no chão, fé trafega em caminhão Pra ganhar toda nação: raça, disposição Papiros faz eu ser como a essência do mar morto Pois a nossa comida é vosso mestre gafanhoto [Refrão] Quero amar aquilo que Deus ama Me entregar nessa guerra santa Uou, u-o-o [Verso 3] Não posso amar a morte se meu Deus ama a vida Não posso amar o crack, o álcool, a bebida Não posso amar a dor se ele ama a cura A glória é só do criador, e não da criatura Não posso amar o ódio, não posso amar o tédio Não posso deixar meu barraco e amar os prédio Não posso deixar o colégio e se perder nas ruas Nem deixar minha vida cheia de rasuras Não posso amar o gesso, não posso amar a santa Nem deixar as palavras entaladas na garganta Se meu Deus não ama, eu não posso amar Aqui é tal pai, tal filho, e ele sempre em primeiro lugar É como o mar, extenso e ilimitado Meu amor por ti, ó, meu Deus amado Então que caiam os ídolos inúteis deste mundo Tudo que não presta cê quebra e enterra bem fundo [Refrão] Quero amar aquilo que Deus ama Me entregar nessa guerra santa Uou, u-o-o

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