A invenção do canto

Lyrics
Um homem estava sentado � sombra duma azinheira Quando ouviu na ramagem uma ave cantadeira Lan�ada em cantorias sem mensagem sem destino Ou talvez cantasse ao sol que subia mesmo a pino O homem era ca�ador cansado do seu ca�ar Tocado pela cantoria deu em querer cantar Subia a manh� dos tempos E n�o havia can��es (e n�o havia can��es) N�o havia can��es (n�o havia can��es) Desde ent�o na azinheira sentou-se o ca�ador A ouvir a cantadeira e a sonhar-se cantador E assim o ca�ador foi usando a sua clave Foi abrindo a sua alma e ca�ou a alma da ave Levou-a para a caverna estudou-a ao pormenor E de trinado em trinado descobriu o d� maior Subia a manh� dos tempos E n�o havia can��es (e n�o havia can��es) N�o havia can��es (n�o havia can��es) N�aaoooooo Foi monge no seu mosteiro, mercador e campon�s Trovador e guerreiro cantou o amor cort�s De Greg�rio at� Sinatra tornou-se voz apurada Da caverna at� ao casino fez-se uma ave dourada Que voa no c�u do Scalla e no do Royal Albert Hall Sobre campos de algod�o e urbes de rock and roll � o meio-dia dos tempos E ainda se inventam can��es (e ainda se inventam can��es ) Ainda se inventam can��es (ainda se inventam can��es) E ainda se inventam can��es (e ainda se inventam can��es ) E ainda se inventam can��es (e ainda se inventam can��es) E ainda se inventaaaaam Ainda se inventam can��es (x16)
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Credits
- Writers
- Rui Veloso