Forró Violento

Lyrics
[Letra de "Forró Violento"] [Verso: Rubel] Jorrava sangue no couro, ela gritava: "Socorro!" Será que é hoje que eu morro? Nem consegui despedir Do meu rebento na barriga, o carro corre e ele grita: "Calma, Bia, não duvida, a gente vai sair daqui" Um homem e uma mulher, no banco branco de um Opala Do volante, ele tentava, quase que sem sorte, acalmá-la Uma bala transpassou seu corpo na barriga E ela gemia de dor, pedindo a Deus pela vida de sua filha Dois brasileiros e um bеbê no ventre Um roubo que tеrminaria em tragédia, como quase sempre Mais um sonho de criar uma família é amassado O banco sujo, ela relembra meses no passado [Refrão: Coro] Beatriz tomou barriga De José Pilantra, seu amor Zé chorou: "Como é que eu vou cuidar? Não vou por criança pra sofrer Filho meu, fome não vai passar" Com duas pistolas e cansaço Entraram no banco da Sé Mandaram colocar no saco Todo dinheiro que tiver Beatriz nem viu a bala entrar [Verso: Rubel] Jorrava sangue no couro, ela gritava: "Socorro!" Será que é hoje que eu morro? Nem consegui despedir Do meu rebento na barriga, o carro corre e ele grita: "Calma, Bia, não duvida, a gente vai sair daqui" Um homem e uma mulher, no banco branco de um Opala Do volante, ele tentava, quase que sem sorte, acalmá-la Uma bala transpassou seu corpo na barriga E ela gemia de dor, pedindo a Deus pela vida de sua filha
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Credits
- Writers
- Rubel