InSOMnia 2

Album cover art for "InSOMnia 2" by Rodrigo Ogi & Marcela Maita & Emicida & Coruja BC1 & Diomedes Chinaski

Rodrigo Ogi & Marcela Maita & Emicida & Coruja BC1 & Diomedes Chinaski - Rap, Brasil

InSOMnia 2

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Duration: 4:04

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Lyrics

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Letra de "InSOMnia 2", por Ogi, Diomedes Chinaski Coruja BC1 e Emicida [Intro: Diomedes] O Aprendiz! [Verso 1: Diomedes] A pol�cia quase pega a gente E eu pensando como que era gata aquela agente Imaginei a gente junto vendo Tela Quente Ela viu que corremos e disparou bala quente A cidade n�o dorme, v�rios animais noturnos Dependo desse corre, por isso nunca mais durmo, n�o Preciso fazer grana, tipo Migos Sen�o � sem futuro pra mim e pros meus amigos Quest�o de sobreviv�ncia me destacar T� vendendo s�labas, deposito e vou despachar Deslanchar e n�o descansar S� preciso desbancar Falsas leis, falsos reis, falsos b�-�-b�s Botei a veracidade do mercado em xeque Hoje eu t� com os �dolos na mesma track O rap devia ser pra emancipar n�is N�o festinha pra encher de droga cu de playboy [Verso 2: Coruja BC1] Quantos pesadelo me manteve acordado Vagar no Umbral te faz reconhecer teus pecados Meu pai ensinou n�o alisar, ent�o vou encrespar pro teu lado Pique Audax de Osasco no Paulista do ano passado Vou cuspir fogo igual Etna Tirando leite de pedra, n�o � hist�ria do Rei Arthur Minha Bic t� com fome Igual moleque armado na espreita pra assaltar o Carrefour, porra! De fato, eu pare�o o Emicida, mano Favelado, de Orix� rei e que vai ficar rico at� o fim do ano Numa fita, eu lembro o Projota, mano Fiz um �lbum com o Caique, vou ficar rico at� o fim do ano Toquei tanto terror Que a cr�tica maior dos meu hater � me comparar com vencedor Na era do autotune, essa � minha alto-turn� Stanley Williams, n�o Peter Pan Na terra do nunca v�o me entender [Refr�o: Marcela Maita] �, l�mpada pros p�s na escurid�o Quando eu caminhar nesse ch�o Sem sofrer rev�s, trevas queimar�o Quando eu acender lampi�o [Verso 3: Ogi] Fiz um banquete pra fam�lia dos que j� matei Misturei carnes com ervilha quando cozinhei E o jantar foi antropofagia E o povo comia Seu corpo no dia I see dead people me assombra Aqui ferve, vou me esquivar Da legi�o de MCs Pois lhes fiz mortos hostis Que quando vivos eram s� lero-lero, battle quiseram N�o souberam que eram Roma e eu era Nero E era Oren o meu nome ao contr�rio, e falaram Que o deles era Amor, e nem por isso oraram L� no inferno, eu sou visto como Constantine O Diabo inveja o jeito de rimar sublime S� escute o barulho (scata-pum!) E eu acabei de executar mais um [Verso 4: Emicida] Pipoca faz piada com abusar da empregada Isso n�o choca o movimento que luta pela quebrada N�o pega nada? S�rio? Desisto, irm�o E a quem duvidou de Mois�s Boa sorte no debate com o centuri�o Pra cada abismo, a sua gera��o Que tem como meta meter pra caralho Mas s� mete o p� pelas m�o A caneta do zica � tipo elei��o, xeque-mate Na hora dela, pode p�, vai chover de debate Voc�s e seus text�o, ladainha Sou rei da convers�o no rol� que se alimenta de conversinha Primeira divis�o antes do iPod Sempre livre, trampando nos melhor lugar, tipo Modess Ent�o n�o fode, velho, eu respondi no f�rum Por versos que dizem que pretos s�o deuses e moram no Orum Terror do sistema, ame ou odeie, sem maldade Depois de mim, o tema central dessa porra � possibilidade [Refr�o: Marcela Maita] �, l�mpada pros p�s na escurid�o Quando eu caminhar nesse ch�o Sem sofrer rev�s, trevas queimar�o Quando eu acender lampi�o

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Credits

Writers
  • Rodrigo Ogi
  • Diomedes Chinaski
  • Coruja BC1
  • Marcela Maita
  • Emicida