A Selva Não É De Brinquedo

Lyrics
[Verso 1] � de foder n� quantos de n�s tiraram a sorte De ter como o hobbe um jaguar sport, d�lar nos cofres Viagem toda a m�o pra fl�rida Bebendo u�sque gozando na Esc�cia E ter, mano no m�nimo umas 10 baby-sitter Que leva os filhinhos pra se divertir na disney Ou ent�o passear de p�nei no aras ou Ou no jardim da ilha de caras o jou Puta que pariu pra n�s s� sobrou Catar de PT no farol seus renault Fazer voc�s cagar o chip que te rastreia Na praia te enquadrar d� o cart�o com a senha Mas o que voc�s faz, tem que ter mais Apelo pra paz spray de pimenta � ineficaz Quando invadimos seu flete de toca e M9 Pra catar suas pinturas de van gogh Te amarrar dos p�s a cabe�a com arame Fazer voc� morrer na sauna vomitando sangue Cortar os seus pulsos, te ver morrendo aos poucos Por um vazo �rabe de ouro Varar de um ouvido ao outro com uma faca Cabe�a da sua m�e por um abajur da �sia A� n�o adianta implorar pelo amor N�s somos a f�ria que voc� mesmo criou [Refr�o x2] Ei boy a selva n�o � de brinquedo Sobrou pra voc� sentir medo N�o adianta implorar pelo amor N�s somos a f�ria que voc� mesmo criou [Verso 2] Veja s�, n�o era da hora sua dakota Com censor na porta, blindagem at� a capota Filmada, de fazer inveja � quem passava De audi ou de astra, de blazer ou de mazda Ent�o como m�gica plim fiz sumir Pequeno desmanche, lucro pra mim, a vida � assim O seguro paga outra, n�o reclama Dessa vez voc� n�o teve sorte com as glock na garganta E quem que chora, quem que se incomoda quando v� O favelado tatuado algemado no CDP Sua m�e que n�o � pra ela � al�vio Ver n�s que nem bicho apodrecendo no pres�dio Cuz�o, voc� desfilava e fingia que n�o via As tias de muleta no farol vendendo pilha E de vez em sempre toda m�o � a mesma fita Os mano entrando em cana por uns quilos de farinha Assim se faz, quem que n�o queria casa em buzios Com quadras de socyet psicina nos fundos Ter dentista advogado e se p� ter privil�gio Ao inv�s de um barraco na beira do brejo Mas o que sobrou pra n�s foi �dio e f�ria Irracional que te tira do p�dio pra sepultura A� n�o adianta implorar pelo amor N�s somos a f�ria que voc� mesmo criou [Refr�o x2] Ei boy a selva n�o � de brinquedo Sobrou pra voc� sentir medo N�o adianta implorar pelo amor N�s somos a f�ria que voc� mesmo criou [Verso 3] � de 1000 grau cena do louco Vem que vem, vem que vem os porquinhos de novo Vem vendo o espet�culo S� falta uma bola vermelha de palha�o No nariz o show come�a entrada franca Estupram mulher, pai de fam�lia atropela crian�a Criam p�nico e depois saem � 1000 Dando risada, apontando pra cara o cano do fuzil Preferia que n�o fosse assim Os manos na neurose infernizando os Jardins A babil�nia de taurus ou shimit rosse Explodindo a massa cef�lica por malote Dos vigias da escolta super-her�i n�o sobrevive Diferente dos filmes das novelas videoclipe Sangue espirra e n�o adianta implorar pelo amor Somos a f�ria que voc�s mesmo criou [Refr�o x4] Ei boy a selva n�o � de brinquedo Sobrou pra voc� sentir medo N�o adianta implorar pelo amor N�s somos a f�ria que voc� mesmo criou
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- Writers
- Realidade Cruel