Impávido

Album cover art for "Impávido" by Rap Box & JÉ & Klyn & Estranho & Victor Xamã & Rômulo Boca

Rap Box & JÉ & Klyn & Estranho & Victor Xamã & Rômulo Boca - Rap, Brasil

Impávido

5K Plays

View Album

Lyrics

Language:

[Verso 1: R�mulo Boca] Nos deram livros, poetas e planetas E eles s� pensam em tretas nas letras que eles escrevem Deve ser o vazio, a valsa que nos apraz E torna tudo t�o esquema Igual a ponto de sermos ego Eu carrego o cheiro da minha m�e na mente Ele sumiu das roupas Rapaz da vida em prosa, rosa e a dor ardida Ainda que n�o volta, as m�os que apoia rosto Na fra��o que a vida bateu e nos deu s� breu P�s, s� d� Deus, logo chama a filha, agora � com voc� E eu vi tumultos e discursos meus Por frestas t�o pequenas, festas obscenas Pedi paz na andan�a, paz de crian�a Eu vi mais que esperan�a, erga sua ta�a Parei no meio do caminho e olhei pra tr�s Meus outros manos foram todos, longe de mais Depress�o tornou riqueza t�o ineficaz E eu fecho a porta da minha mente, barulho demais Dia a dia, ano a ano, mais longe do cais E eu fecho a porta da minha mente � barulho demais [Verso 2: Victor Xam�] � tipo amar algu�m de longe, eu observo a cena Foram anos impercept�veis, mil problemas Voc�s nunca olharam o Norte, porra, tira a venda O corte mais profundo t� na alma, lembra? Em noites que escrevo, aprendo Hoje eu sorri pro Rio Negro (wu) O cora��o despeda�ado, eu remendo As carpas crescem de acordo ao tamanho do c�rrego E eu vou crescendo paralelo ao cosmos e o espa�o e o tempo O hip�crita n�o l� o que tecla Esfor�o � m�rito, p�blico sem sal, sensato, sem c�rebro Estou sem saco em ser c�lebre, sincero Coisas que poucos no meio do rap conseguem ser Sorrindo lendo coment�rios do tipo: "Achava que era o Xam� do Rio" Yeah, nada contra Incontest�vel o talento e a propor��o dos views Yeah, voc�s n�o ouviram os beats do Dalsin, o disco do Barril Yeah, quem veio primeiro? Isso n�o � sadio V. Xam� da cidade onde n�o faz frio Quem colou na pra�a me viu Na cidade onde neva, mas nunca faz frio Eu paguei pra cantar, eu burlei meu destino Ouvi dizer que tem pol�ticos fechados com o crime Num cen�rio paradis�aco proibido Onde o apoio � arte � escasso ou nunca foi visto Onde o apoio � arte � escasso ou nunca foi visto Onde o apoio � arte � escasso ou nunca foi visto (Qua$i) [Verso 3: Estranho] O pre�o que eu pago, � nunca ser amado de verdade Ningu�m me respeita nessa cidade Subi a superf�cie, os olhos ardem Me diminu� pra quem n�o faz metade, nem se eu fosse covarde Profundo al�m margem, onde linhas rasgam kits Pinto em telas n�o t�o belas Imagens dessas novelas n�o valem Luan Santana mixtape, meu longa metragem Sem perna curta ou pilantragem L�o, odeio cypher, deitando bases por lazer O beatmaker com os verso que c� quis fazer Amante dessa arte, nunca diz o que c� quer ouvir E antes de escrever na folha tem que ser e sentir Sinantr�pico na Disneyl�ndia Traz swag pra quem gosta com swing de quem manja � uma surpresa esse talento que o menino esbanja Causando o fim do choro, sem tesoura Estranho cortando franjas [Verso 4: Klyn] �, eu sei c�s esperavam o Klyn rimando em beat de trap Mas tem coisas que n�s n�o escolhe, s� acontece Views vai abusar da minha liberdade nesse rap Aproveita que � de gra�a, t� aqui, ouviram suas preces Meu voo � alto, pra enxergar o topo, olho pra baixo O rap t� t�o sujo, ego l� em cima e moral l� embaixo Ca� de internet vem na m�o que eu te mostro quem t� fraco Recayd Mob � cl�, voc�s s�o MC frustrado Ostentando milh�es de flow, com um c�rebro, porque sou g�nio M�sica pra pagar conta, n�o kit da Adidas, eu dispenso T�o se matando pra ter mensagem, eu calmo no entretenimento Quando voc�s v�o aprender que pra ser bom aqui N�o basta ser preto? Nasci pra ser assim, viver assim, morrer assim Tipo Jesus Klyn, Malcom Klyn, Martin Klyn, Tupac Klyn Vem 'nimim', eu mesmo sem prepot�ncia, e � s� talento T� dando aulas nesse boombap e olha que aqui, eu nem tento Tudo aquilo que eu perco voc�s acham Por isso engordam no problema Se o Hip-Hop � uma droga, eu vou ter overdose nesse tema Eu e Jovem Santi na mesma cypher, pode p� que � treta Meu rapc�dio � canetada, desculpa a pol�mica [Verso 5: J� Santiago] ATF na casa, PJL pro Rafa � Diadema no mapa, dia de matar um cypher Tenho fome de rima, mas sofro de bulimia Eu as vomito no beat, seus rap me d� azia Prefiro pagode, Rodriguinho � tipo Engov Eles f� do XX, eu do Dod� do Pixote T� sem tempo pra briga, que se dane os rap nigga O que interessa � a bunda dela e meu disfarce em dia Yeah, eu e Klyn na mema track, isso � Recayd party Os f� de rap dizem: "Santi, nunca pare" E eu nunca paro at� comprar um Camaro E eles me compararem com o Zez� di Camargo �, se sinta representado Um jovem negro, chegando longe sem ningu�m pra fazer ponte Me sinto privilegiado De "lek" zica rodeado, rap � ref�m do meu bonde Yeah, yeah yeah RapBox, Casa1 Jovem Santi e ATF Yeah, yeah yeah Isso � Recayd, sai da frente N�o encosta no meu dread

Rate this song

Rate this song

0/5.0 - 0 Ratings

5
0.0% (0)
4
0.0% (0)
3
0.0% (0)
2
0.0% (0)
1
0.0% (0)

Loading comments...

Credits

Writers
  • Klyn
  • Estranho
  • Victor Xamã
  • Rômulo Boca