Passarinho

Quim Barreiros & Super Trio - Pop, Em Português
Passarinho
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1990.
Lyrics
[Passarinho] Alentejo, quando canta Sei que est na solido Traz a alma na garganta E o sonho no corao Eu ouvi o passarinho s quatro da madrugada Cantando lindas cantigas porta da sua amada Por ouvir cantar to belo A sua amada chorou s quatro da madrugada O passarinho cantou Alentejo, terra rasa Toda coberta de po As suas espigas doiradas Lembra-me algum em orao Eu ouvi o passarinho s quatro da madrugada Cantando lindas cantigas porta da sua amada Por ouvir cantar to belo A sua amada chorou s quatro da madrugada O passarinho cantou Eu ouvi o passarinho s quatro da madrugada Cantando lindas cantigas porta da sua amada Por ouvir cantar to belo A sua amada chorou s quatro da madrugada O passarinho cantou s quatro da madrugada O passarinho cantou s quatro da madrugada O passarinho cantou s quatro da madrugada O passarinho cantou [Baile Mandado] [Lambada] Chorando se foi quem um dia s me fez chorar Chorando se foi quem um dia s me fez chorar Chorando estar, ao lembrar de um amor Que um dia no soube cuidar Chorando estar, ao lembrar de um amor Que um dia no soube cuidar A recordao vai estar com ele aonde for A recordao vai estar p'ra sempre aonde for Dana sol e mar, guardarei no olhar O amor faz perder e encontrar Lambando estarei ao lembrar que esse amor Por um dia, um instante foi rei [Danando Lambada] Morena cintura de mola Seu jeitinho me faz relaxar Esquecer essa coisa faceira Desse jeito no sei o que ser Felizmente morena voc na lambada me faz delirar Danando lambada , danando lambada l Danando lambada , danando lambada Danando lambada , danando lambada l Danando lambada , danando lambada Com jeitinho neguinha me diz Bem juntinho escorregando d De tantos desejos aflitos Sua pele lisa meu corpo roar Danando lambada , danando lambada l Danando lambada , danando lambada Danando lambada , danando lambada l Danando lambada , danando lambada [Porca da Martingana] A tua me comprou uma porca Na feira da Martingana Com sete arrobas de peso E treze tetas na pana O meu pai o lavrador Mais rico que a vila tem Emprestou um dos seus porcos porca da tua me Hoje o porco do meu pai Anda rasca dos pulmes Porque a porca da tua me S queria fazer leites Agora foge das porcas No est p'ra se ralar No tem fora na cabea Passa o tempo a afocinhar [Senhor de Matosinhos] Ontem ao descer a avenida Vi uma atrevida de perna bela Quis-me agarrar mozinha Mas coitadinha, levou com ela! Senhor de Matosinhos Senhora da Boa Hora Ensinai-nos os caminhos P'ra sairmos daqui p'ra fora! Senhor de Matosinhos Senhora da Boa Hora Ensinai-nos os caminhos P'ra sairmos daqui p'ra fora! [Azar na Praia] [Mulher Ingrata] [Pirolau] [Porto, Porto, Porto] [Marcha do Benfica] [Marcha do Sporting]
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