Mantras

Album cover art for "Mantras" by O Partido

O Partido - Rap, Portugal

Mantras

1 Plays

View Artist

Lyrics

[Verso 1: Jo�o Santana] E hoje para me levantar da cama Repeti um mantra gen�rico Ainda tou a decidir se me parece inspirador ou pind�rico Sei que s�o Certas palavras que repetidas me d�o o motivar sint�tico Necess�rio para enfrentar um mundo porco sem antic�ptico S�o voc�bulos, r�bulas usadas, s�o as onomatopeias vocalizadas De forma sincronizada Para te levar a zona de motiva��o desejada Onde n�o �s afectado por nada Onde a inseguran�a � macabra cabra maltratada Mas na lixeira virtual hoje a sujice � tanta Tive de lavar a cidade com g�s e fogo para filtrar um mantra Mas mesmo assim 5sta voz meus males n�o espanta D5masiada alterada na melodia Para agradar a minha cabe�a tonta Vai conta o que te motiva, a dizer o que te mant�m vida A fase ou frase alternativa O clinch dum clich� que te persiga E a tanto te obriga O teu mantra ecoa na tua barriga Faz rever no teu umbigo mas nunca o perdeste de vista amiga Hist�ria repetida, cada um repete a frase que lhe soa bem misturada com o que lhe soa bem, n�o e por mal nem bem Mas sempre papaste e siga Ent�o no silencio ouve-se uma frase batida Cada mantra � uma chance de recome�ar a vida Merda, recome�o atroz A repetir slogans industriais fiquei sem voz, arrastei-a por demasiadas vielas sem d� Antes de a perder senti o n�, agora repito mantras Sem sentido sentado numa sala s� Sem significado no p�, meu piano s� toca d� A restante sinfonia silenciou Por todos os mantras que tocou E por conspurcar a sinfonia da vida com lemas Que tornam tudo relativo Fui condenado a uma vida de mantras sem sentido [Verso 2: Uno] Durmo sozinho sem amigos imagin�rios Porque sempre tive um espi�o Passa-me o best off do Jim, ou compreende os meus ataques Para eu n�o acabar ali a ler a revista vis�o Sem vista para aquele parque O prisma n�o me agrada A delirar ou a fazer som posso gritar � vontade E podes ver que j� fui calmo Quando tinha calma era doido �s escondidas At� decidir dar a cara Aproxima-te � vontade, os dentes nunca foram facas Se foram foram falsas para assustar a malta, era t�o f�cil Sou a express�o da veia saliente na testa Que d� conversa mas n�o cabe l� nem um dedo Insere-o no teu buraco (um qualquer) E se doer ou perguntarem porque gritas S�o terapias do oriente J� me perdi no meio do progresso que at� simula atraso Mas misturo bateria e baixo com palavras sem nexo Para um gajo pouco cultivado Louco, nunca internado Habituado a dizer "�hh l�" e a ser o elo mais fraco Depois ir para casa para treinar mais E ver que a vida � Karat� mano, solta o teu Ki-ai [Refr�o] S�o mantras sem sentido Conversas que tenho tido Conceitos que tenho debatido Mas bato sempre na rocha Depois de ouvir o que digo S�o mantras sem sentido Conversas que tenho tido Conceitos que tenho debatido Mas bato sempre na rocha Depois de ouvir o que digo [Sample]

Rate this song

Rate this song

0/5.0 - 0 Ratings

5
0.0% (0)
4
0.0% (0)
3
0.0% (0)
2
0.0% (0)
1
0.0% (0)

Loading comments...

Credits

Writers
  • João Pestana
  • Uno Consultório