QHRSS�O

Album cover art for "QHRSS�O" by Morris Diova

Morris Diova - Rap, Em Português

QHRSS�O

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Lyrics

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[Ponte1: MORRIS] Como uma Esfinge ando cuspido enigmas Um perigo pra qualquer rapper sem vis�o da vida Assassinos do sub mundo, a minha alma brilha! Talvez voc� me encontre no final da trilha de cinzas... Ahhh! Acido em meu ser, o que � transcender? C� precisa acender, ascender, pode crer! Enxergar, n�o s� ver (n�o s� ver) [Verso1: MORRIS] Em outra dimens�o, um plano elevado No tabuleiro desse jogo templ�rios e centauros Disputa acirrada complexos e dramas no enredo dessa trama Suposi��es insanas, acende tabaco ice in tha paper Gotas magicas de chuva agora tenho sede No balan�o dessa rede, amor agora me beije Iluminado pela aura interestelar de Betelgeuse De quebrada bem de boa, o corre � na gamboa Mouraria, 2 julho, centr�o, campo grande Olho pro c�u e vejo a lua talvez ela me ame... Me veja rimar pra ela e meu espirito se derrame Lua no ceu sabes o que sinto Amor denso e vivo Nessa realidade pifia, marionetes nas batidas Lobotomia em massa mentes abduzidas Som sujo como as aguas que correm nos bueiros pouluida Um viva a vida, um gole de depress�o, e um trago de agonia Poeta torpe, sangrento como cara do canalha arrastada no asfalto quente O lobo n�o alimente, assustadores rimas e os hip�critas que mentem Ainda difame o infame indecoroso, Diova a vadiar usando psicotr�picos Mescalina, THC, psilocibina, l�rio, LSD-25, ansiol�ticos, inalantes, opi�ceos [Ponte2: MORRIS] Descritivo de um pensar entorpecido, tudo ao meu redor � babil�nia Os mano rima da babil�nia, as treta rola na babil�nia O notici�rio s� fala da babil�nia, tudo ao meu redor � a babil�nia Cambio desligo esse mundo ta fudido Reciclando os destro�os regenerando os oprimidos Um navegante destemido navega mares intranquilos [Verso1: TO$H] "C�mbio religo", ventriloco do corpo que habito, desapegado de pr�-destino, babylon �ndigo Me aplico em presente, livre-arb�trio, estragar instrumental, auto-conhecimento, �lcool, "del pango, pito" "Versos Pocus", equil�brio versus foco, em desequil�brio, nos versos eu foco Bandido bom � bandido morto ? Com combust�vel voc� apaga fogo ? Cuidado com o que come em meio a porcos... Proibi��o das drogas n�o foi eficaz, laborat�rios clandestinos, desconhecidos colaterais Sem redu��o de danos, maldito egocentrismo, � cada um por si, foda-se o instinto coletivo! Enquanto o dinheiro for �libi pra falta de car�ter, se propaga a involu��o do ser O pa�s do futebol, afundado em cortisol segue surgo os gemidos do estupro democr�tico Proletariado programado pra matar proletariado, e os burgu�s segue sugando sossegado Atente aos fatos, ignor�ncia, poderoso segregat�rio artefato! Pega vis�o caralho! Na calada Oldi$gra�a!

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Writers
  • Morris Diova