11/11

Album cover art for "11/11" by Monna Brutal

Monna Brutal - Rap, Brasil

11/11

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Duration: 4:43

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Lyrics

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[Intro] Pruu Monna Hey Oh Monna Putos [Verso 1] Esses putos, s�o apenas resto de placenta Nesse trono, minha bunda se assenta (se assenta) Elebateponto? Eu batouma ponto 40 De que adianta ostentar,se o som n�o se sustenta S�o apenas chapolins, se sentindo her�is (uuh) Digo branco, enquanto esses brancos se doem Vem de bando, alegando que o meu verbo d�i N�o sou tuas brancas ilustradas da sua playboy Hey boy Eu sei que essa porra te do� Essa trava vem no sincretismo de hellboy Foda se o seu flow gogoboy Destruo babacas, igual as pe�as do tectoy Seu rap � candie mas, o meu verso � Django Essas lombriguinhas se comparando ao Rambo? (como assim?) Colonizadores e sinh�s chegam de bando Isso tudo depois, da porra de uns 500 anos (500 anos) �nus brancos Rosto sonso Fa�o sincer�dio Me ouvir no fone de ouvido � suic�dio Organizo contra ataque, combate massivo Um dia desses, confundi a sinh� com um piso! Tentam desconversa esses erros RAP Dubl�, com falsos movimentos Somente palavras aos vento Argumento � confundido com talento Desculpa, mas o processo t� lento! T� vendo, imp�rios voarem com o vento Se trono � meu, eu destrono e assento Pra esses p�ser, n�o resta nem aceno Vai ter que segura tudo no peito, a rua exige respeito T� contra o seu despeito Eu sou a porra de um monstro na beira de um ber�o Monna, assusta criancinhas? (n�o) Muita calma, coleguinhas (calma) Esses putos s�o crian�as (Sim) E mal sair�o do peito (toma) [Refr�o] Se encontrar um Jack, mande pro inferno Se encontrar um racista, mande pro inferno Se encontrar um fascista mando pro inferno 11/11 pilantras, o portal foi aberto [Verso 2] Quero degolar esses putos, que tocam no corpo alheio sem a permiss�o Querem que fiquemos quietas, alada da submiss�o Querem at� da minha conduta, avalia��o N�o tem biscoito n�o N�o tem ibope n�o Invas�o da verdade, � claro que incomoda Mas infelizmente eis aqui a preta Preta antes de preto virar uma moda Tu ta achando que cola, ter� capacidade de colar a sua mascara? Sem f�rmula de Bhaskara Ou ser de outro mundo Digo ao puto que quem corre pelo errado se estra�alha! Sou a legi�o das tralha social, bonde das trava Paralelep�pedos voadores, indo em dire��o da sua cara p�lida (caucasiano) Sou Luana e Dandara Sou Daniel Marques Claudia Arrastada Caique Itamberlly Sou a quebrada A revolta das bruxas que foram queimadas E a portas do barrac�o desabada Eu sou o corpo em que se achou a bala Eu sou o preto assassinado na mata Sou morte, sou a maldade encalacrada O grito das Maria silenciada O corpo da preta achada na mala A m�e com o seu filho passando fome Meu nome, sempre foi a carne barata E c� me pergunta de espa�o de fala? Enquanto o falo sua fala cala! Minha faca, fura E a l�ngua que julga se arrasta com o corpo pra dentro da vala A Monna macabra Cospe versos como armas disparadas Dispensando opini�o E o meu lema � pressionar Esses putos com a fala A rua � visionaria, � visionaria Sua lingu� � uma corda que pode te enforcar, babaca! [Refr�o] Se encontrar um Jack, mande pro inferno Se encontrar um racista, mande pro inferno Se encontrar um fascista mando pro inferno 11/11 pilantras, o portal foi aberto

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  • Monna Brutal