Sociedade dos Poetas Marginais

Matheus Coringa & Underismo - Rap, Brasil
Sociedade dos Poetas Marginais
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Duration: 3:49
Lyrics
[Matheus Coringa Verso] Poetas Marginais Muitos aqui crescem sem "pais" No duplo sentido, Anarquia � o m�nimo Vim mostrar o que um pe�o pode fazer com um rei Ou com o verme do seu filho Trappers que conhecem s� o trafego pago S� entra em comunidade se volta o Orkut Mano tu n�o me ilude Quem manja de receita n�o cr� muito em pornfood Cheira a lifestyle fake N�o peguei essa vis�o olhando os olhos de Sartre L�rico mas decorar nunca fez parte O debate � um principio holistico Meus sentimentos vibram como um graffitii Mas minhas linhas s�o mais para o pixo Eu j� falei sua mente � minha escalada E eu percebo que c� t� meio afoito Um conselho: melhor voltar pra casa Arte Marginal manipulando s�labas Sem manipular o povo como o sila faz Rap sem tempero, ausente de ideais Se o jogo � Xadrez, eu dou fuga de Alcatraz e fui... [ALF�O verso] Centro hoje � Babil�nia, maior onda, pandemia E eu com minha bicipreta 11 e pouca, que agonia Deixando preocupada toda minha fam�lia Minha m�e n�o entendia que eu preciso vivenciar Minha carreira � das curta mermo assim ainda agita Deus t� na frente sempre ele n�o joga s� apita Voc� s� fala merda boca � cu pede tabica Hoje prelas � pr�mio estar sentando na minha pica Tomei de volta a for�a o que eu sempre merecia Sonho acordar herdeiro manter minhas regalia Comer o que quiser, viajar, poder acordar meidia Todo preto merce vida boa na teoria Cero eu reclamo de que se eu nasci aqui em Salvador � 5 mortadela no p�o que o diabo amassou Padeiro do inferno o legado � de fam�lia T� no sangue desde antes doz av� de meus av� Que a havaiana branca A baiana � preta Acaraj�, dend�, crente voc� n�o tem a receita T� de corpo fechado sem sinal nem 4g Num gosto v� se fuder Seu rem�dio � o tempo quem te receita Se a arte fosse gente era bala na cara, dela Nem sempre quem quer sumir por um tempo a cara vela Rezas n�o me adiantam se t� duro e � cara a vela O que me resta � guerra antes que eu tenha a cara velha [Dubzoro Verso] Botei a cabe�a no lugar Com coragem, madruga e beat Dessa noite n�o passa sem explorar meu limite "Dolemite is my name and fucking up motherfuckers is my game shit" Avisei � Rom�rio, uma coisa � certa primo Vou voltar a� com um Jetta 2.5 Pra quem saiu contrariado Numa bike prateada Que pelo caminho foi roubada � o m�nimo De m�o e mente cheia, n�go irei convicto � o t�pico motivo de quem sai da lama e vira �dolo Mas vai demorar um pouco, eu sei que vai Base firme pro vento bater e n�o cair Eu s� preciso de um boombap em S�o Paulo Pra poder quadriplicar meu sal�rio Eu gero renda, eu sou o dobro do Estado T�m dias que eu me sinto cansado A falta de viv�ncia tem me afetado E me afastado dos fardados Foda-se, esmiu�ando cartas Lembrando que futuro me descartas N�s j� trocamos farpas Mas j� nos entendemos - murro em ponta de faca Sem saudosismo mas nunca mais uma bala na cara Tem quem faz mizera e s� tem conta cancelada Estragaram a cena, toda desconfigurada Tem filadaputa que nem pode sair de casa � tanto �dio na minha mente Nem quero nome na faixa Qual � meu nome? DUUUUUUUUUUUUUUB
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Credits
- Writers
- Matheus Coringa
- Dubzoro
- ALFAO