Cananéia, Iguape e Ilha Comprida

Album cover art for "Cananéia, Iguape e Ilha Comprida" by Emicida

Emicida - Rap, MPB (Música Popular Brasileira)

Cananéia, Iguape e Ilha Comprida

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Duration: 5:36

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Lyrics

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[Letra de "Cananéia, Iguape e Ilha Comprida" com Emicida] [Intro: Emicida & Teresa] Isso O que é isso? Não, chocalho tem que ser tocado com vontade, entendeu? Só que sem risadinha, certo? Sem risadinha porque aqui é o rap, mano, onde o povo é brabo, entendeu? Povo é mau! Mau! Mau! Pra trabalhar nesse emprego de rapper você tem que ser mau! Ahn, entendeu? Sem risadinha, ok? Será que o Brown passa por isso? Ou o Djonga? Ou o Rael? Sei lá, meu... Aqui os cara é mau! Vamo, Nave! [Refrão] Do fundo do meu coração Do mais profundo canto em meu interior, ô, ô Pro mundo em decomposição Escrevo como quem manda cartas de amor, uô-uô-uô-uô-uô-uô [Verso 1] Crianças, risos e janelas Namoradeiras, tranças, chitas amarelas O vermelho das telhas, o luzir da centelha Ah, te faz sentir como dentro de uma tela A esperança pinta em aquarela Chiadeira de rádio, TVs e novelas O passeio das abelhas, o concordar das ovelhas nas orelhas E a vida concorda de tabela [Pré-Refrão] No paralelepípedo, trabalhador intrépido O motor está no ímpeto onde começa tudo O vento acalma o rápido, pra todo som eclético Vitrolas cantam clássicos num belo absurdo Metrópoles sufocam, são necrópoles que não se tocam Então se chocam com o sonho de alguém São assassinas de domingo a pausar tudo que é lindo Todos que sentem isso são meus amigos também [Refrão] Essa aqui vem do fundo do meu coração (Ah, ah, ah) Do mais profundo canto do meu interior Pro mundo em decomposição Escrevo como quem manda cartas de amor Do fundo do meu coração, essa aqui vem do meu coração Do mais profundo canto em meu interior, uõ-ô-ô Pro mundo em decomposição, essa aqui também é uma forma de oração Escrevo como quem manda cartas de amor [Verso 2] Estrela, lua e vaga-lume Siriris brincando de cardume Fogueira traz histórias a reviver as memórias Noêmia de Souza chamava de lume A noite brinda com negrume A brisa empurra flores, espalha o perfume Sem escapatória da cigarra em oratória Tão íntima da música que dá ciúme [Pré-Refrão] No paralelepípedo, trabalhador intrépido O motor está no ímpeto onde começa tudo O vento acalma o rápido, pra todo som eclético Vitrolas cantam clássicos num belo absurdo Metrópoles sufocam, são necrópoles que não se tocam Então se chocam com o sonho de alguém São assassinas de domingo a pausar tudo que é lindo Todos que sentem isso são meus amigos também [Ponte] O quê? Você quer gravar também? Peraê, o pai tem que gravar de novo [Refrão] Do fundo do meu coração (A gente pode pôr flores amarelas no cabelo das meninas Pode mesmo) Do mais profundo canto em meu interior (E no dos meninos também) Pro mundo em decomposição (Tantas cores iam deixar a vida com gosto de sobremesa Aí) Escrevo como quem manda cartas de amor (Cartas de amor pra todo mundo Todo mundo! Todo mundo! Todo mundo! Vai faltar caneta!)

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  • Emicida