A Conversão do Apóstolo Saulo

Lyrics
[Verso 1: 2Pe] Pessoas mais vazias que o cinza que enfeita A cidade é ranzinza, de colheita só desfeita Imperfeita, buraco, patriotismo fraco Ansiedade invade a rotina em tabaco Predomina o opaco, de lixo, enche o saco Se preenche em vácuo, o coração de cada eu Faz o seu e eu faço o meu, a lei que sempre prevalece Mas o meu também é seu, geral que sempre se esquece Enquanto uns mal se aquecem, uns de scarf, touca e pele Aqui, repele a atração, toda atenção a quem enriquece Uns descem, uns sobem, são nobres, são pobres Com ouro, com cobre, humildes, esnobes Se encobrem, os valores, cidade onde falta cores São mil odores, entre jovens e senhores Guindastes e tratores, figurando o cenário E a rotina se resume em depender do seu trabalho [Refrão: Eloy Polemico] São vidas coexistentes São Paulo é quente, é fria, vida sincronia São dias descontentes Tão sombria e reluzente, há quem tente a fatia San Pablo é tão vazia, lotada Irradia, agonia, entedia Quem sente, feliz, deprimente Tão gris, conivente, refiz, reinvente Desanestesia [Verso 2: Eloy Polemico] Gente que da nó, gente que domina Na city SP, só o caos predomina Uns tomam vitamina, outros Ritalina Uns tomam a menina, outros a propina Roubaram sua paz, dormindo no busão Nem descansa mais, um fute nunca mais A vida não mudou, o que mudou foi sua visão Cidade high-tech, pros moleques, é mó mamão Vinga sua cria, morre outra na pia Um ponto a mais pro álcool, caos no palco Várias atrações, ideologias mistas Machistas, femistas, nazistas, racistas Fo-da-se! Esse é o lema de geral O verde vira cinza, ritual banal Quase uma pintura de Salvador Dalí Fácil se perder, tão quanto se iludir, em SP [Refrão: Eloy Polemico] São vidas coexistentes São Paulo é quente, é fria, vida sincronia São dias descontentes Tão sombria e reluzente, há quem tente a fatia San Pablo é tão vazia, lotada Irradia, agonia, entedia Quem sente, feliz, deprimente Tão gris, conivente, refiz, reinvente Desanestesia
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Credits
- Writers
- 2Pe
- Eloy Polemico