Pátio dos amores

Album cover art for "Pátio dos amores" by Dulce Pontes

Dulce Pontes - Pop, Portugal

Pátio dos amores

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Duration: 3:03

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Lyrics

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[Letra de "Pátio dos amores"] [Estrofe 1] Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim [Estrofe 2] A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal [Estrofe 3] E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta [Estrofe 4] Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono [Instrumental] [Estrofe 1] Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim Sentada num camarim, vejo a minha história a passar por mim Sentada num camarim, perdidos na memória os lábios de carmim [Estrofe 2] A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal A todos pensei amar, ai de cada um, ai de cada qual Mas nenhum me soube dar esse verbo amar que faz tanto mal [Estrofe 3] E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta E quando estava a passar a marcha popular ao pé da tua porta Fui teus olhos encontrar, perdi-me nesse olhar e caí como morta [Estrofe 4] Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio, ai perder o sono Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono Ai meu Deus, que desvario, ai andar ao frio... ai perder o sono Ó Maria, que fastio, andei fio a pavio e o homem já tem dono

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Credits

Writers
  • Dulce Pontes