Iminência Parda

Album cover art for "Iminência Parda" by Don L

Don L - Rap

Iminência Parda

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Lyrics

[Letra de "Imin�ncia Parda"] [Intro: Ednardo e o Pessoal do Cear�] Por que nos importa que se feche a porta? Por esse caminho ningu�m quer passar � muito grande a dor, um sofrimento enorme Um susto [Verso 1: Don L] Na porta de um Audi Sport Eu porto as autom�ticas No porta luvas, d�lar Eu porto a Louis Vui' falsa e cheia Grana pra comprar o estoque Arsenal pra tomar o estoque (Da original) Fecharam portas e agora que eu n�o me importo querem me notar Anota a placa, a loja n�o tem nota Eu tenho grades na mem�ria, mais real que as notas Mais reais do que eu preciso e o que eu passei, eu sei que [Ponte: Ednardo e o Pessoal do Cear� e Don L] Ningu�m quer passar � muito grande a dor, um sofrimento enorme Mas n�o v�o me algemar a vis�o [Verso 2: Don L] Montanhas no horizonte Os sonhos driblando pr�dios labir�nticos Ambi��o em quilos, onde Diluem ilus�es em coca�na Como p� de vidro em suas narinas Sangra Rivera das rimas, cicatrizes panor�micas Com vista pro mar, grandes planos Imin�ncia parda, me fecharam portas, eu dobrei a aposta Trouxe versos como c�nticos de becos, onde [Ponte: Ednardo e o Pessoal do Cear� e Don L] Ningu�m quer passar (Ah-ah) � muito grande a dor, um sofrimento enorme Mas n�o v�o me algemar a vis�o [Refr�o: Ednardo e o Pessoal do Cear�] Que se fechem as contas banc�rias Que se fale de bem e de mal Que se brinque na areia da praia Que se retorne ao Planalto Central Nada disso importa [Verso 3: Don L] Fazia castelos em pinos m�gicos Agora os pinos que eu vendo a c�u aberto s�o PB de Charles Como Chaplin em f�bricas de Terceiro Mundo Pra ningu�m ver filme de terror faz que � cinema mudo Miragens de revolu��es, ouvindo Don E uma silver tape na boca do rato, meus dem�nios on Doze de outubro com eu no trono Brinquedo pros 'vetin tudo, mas a dor do dono [Ponte: Ednardo e o Pessoal do Cear� e Don L] Ningu�m quer passar � muito grande a dor, um sofrimento enorme Mas n�o v�o me algemar a vis�o [Verso 4: Don L] No corpo do �ltimo anjo bandido em atividade Al�m das correntes de ouro, com seu sangue no asfalto Nuvens refletiam ads de telas de celulares Enquanto cai o c�u num mundo de carrossel Cartas marcadas � a Torre de Babel reversa, falsos profetas Sempre mais perto do inferno e o sal dos imp�rios Catedrais em hologramas de casas lot�ricas Derretem seu tempo em apps de bilion�rios c�ticos Mas grana suja tamb�m tem suas digitais A��es da boca em plataformas filiais A��es da bolsa, valores surreais Fazenda de likes, rel�gio de Dali em artes de AI Balas interrompem rimas desde que eu fazia demos em um gravadorzin' Eu fiz um jardim suspenso em meus del�rios Pra ver de cima os sonhos dos �ltimos malandros que me guiam, onde [Ponte: Ednardo e o Pessoal do Cear�] Ningu�m quer passar (Ah-ah) � muito grande a dor, um sofrimento enorme (Uh-uh) Um susto [Refr�o: Ednardo e o Pessoal do Cear�] Que se fechem as contas banc�rias Que se fale de bem e de mal Que se brinque na areia da praia Que se retorne ao Planalto Central Nada disso importa

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  • Don L