Ressentimentos

Lyrics
[Intro] 2010 Ao contr�rio do que alguns pensavam e at� disseram Eu ainda t� respirando, porra Ressentimentos Sente essa porra Sente essa porra! [Verso 1] Vi minha pureza sucumbir S� maldade absorvo aqui Falsidade � o que vejo e vi Nessa merda que chamam vida No fundo, s� quero amor No mundo, s� recebo dor Por isso cultivo rancor na minha alma Suja e perdida Como se resolvesse, me entrego �s bebidas Encontro os parceiros, t�o sem dinheiro Nessas ruas fudidas, nessas ruas fudidas Nessas ruas imundas Meu conv�vio � viciar Os bandidos e vagabundas Tire as balas do tambor Mesmo sendo meu amigo As vezes 'c� nem conhece, bro, quem dorme contigo No semelhante leio "decad�ncia" em letra leg�vel Deve haver uma solu��o, por�m n�o est� vis�vel Sua vaca, rezou a Deus que derrubasse Jo�o Vittor Eu n�o coloco meu pinto nesses teus l�bios malditos Sou eu mesmo em qualquer lugar E meu respeito vem disso N�o atuo por isso Exer�o bem meu of�cio Vai [Refr�o] Te dei a porra da m�o, 'c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" Te dei a porra da m�o, 'c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" [Verso 2] Tire suas patas de mim Tire essa vaca daqui Tire esses merdas daqui Vermes pra longe de mim Voc�s n�o viram o que vi A porra do caminho trilhado Por isso meus versos sangram Tipo homens baleados Por isso mostro a minha dama um c�u todo estrelado Fa�o amor como se amanh� fosse ser encarcerado Foram maus tratos que me inundaram de carinho Foram falsos abra�os que me ensinaram a ser sozinho A estadia no inferno que deixou meu cora��o frio Nas ruas que nasci, tudo � sujo e doentio Grandes coisas aqui � quase sempre algo mesquinho Cada humano, simples boneco, c�rebro vazio Tem uns que n�o serviu Outros mereceram apanhar Mas rato tem pouca carne Nem vale a pena ca�ar Sou um monstro Sei o ponto onde quero chegar A� nem mais a morte ir� me parar [Refr�o] Te dei a porra da m�o, 'c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" Te dei a porra da m�o, 'c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" [Verso 3] Cubra-me de amor e te darei um filho Nem tudo acabou, ainda vejo o brilho Da luz que se apagou, restou o ar que respiro Eterno como Deus, fiel ao meus at� o �ltimo suspiro Toque meu cora��o e ter�s um bom menino Toque no que eu amo, irm�o, ver�s um dem�nio assassino Te estiquei minha m�o, 'c� quis me ver fudido Te levantei do ch�o, 'c� quis me ver ca�do Falido, fedido, corpo quase apodrecido Tipo o mito do Cristo, ressuscito E volto cada vez mais vivo Foi num quarto fedido Num amontoado de livros Tantas canetas gastei com versos depressivos Mas volto na vers�o dur�o Diomedes Chinaski A vida n�o engana Na sina, na esquina vendendo crack Quer ver meu baque? Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" [Refr�o] Te dei a porra da m�o, c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" Te dei a porra da m�o, 'c� quis roubar minha alma Pra esses filho da puta, covardia � uma arma 'C� quer me ver cair Ent�o mova-se Tenho um presente pra ti Chama-se "foda-se" [Sa�da] Igual-NE Records
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Credits
- Writers
- Diomedes Chinaski