Íntimo

Album cover art for "Íntimo" by DEZ & xtinto

DEZ & xtinto - Rap, Hip-Hop Tuga

Íntimo

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Lyrics

[Verso 1: DEZ] Os bons momentos est�o numa sec��o e o sexo s�o momentos Pura liga��o de membros numa jun��o de 2 membros � o nosso desporto colectivo preferido Sem faltas de contacto f�sico Onde a meta � o metaf�sico Os corpos pingam amor no seu estado liquido � um v�cio c�clico que exponho em formato l�rico Eu sigo as tuas pegadas Nas baladas n�o consigo dizer metade do que sinto& Intrigam-me as nossas intrigas mesmo que digas que n�o queres saber N�o gosto das birras mas gosto das pazes e do que fazes para as manter Telefonemas infinitos, n�o temas os temas mais esquisitos Como quando sonhamos em sermos ricos Daqui as uns anos, tenho tantos planos bonitos Sentidos no consciente mas ciente do perigo Que digo que o ritmo do rel�gio traz escondido Mas o teu conforto � o meu porto de abrigo Eu consigo por vezes ser bruto, fruto de uma chatice Mas se eu disse que luto � um compromisso absoluto& E eu cumpri isso tudo! � espera que sorrisses nas traquinices de mi�do Ao p� de ti vi nascer em mim um puto Se digo que passo tempo contigo � porque curto Deste surto de momentos que temos num espa�o de tempo curto Na tua cara n�o p�ra o leite do rio, desculpa! N�o � o defeito � o feitio que tem culpa E o orgulho disputa uma luta E as palavras s�o lan�adas de catapulta, carregadas em cada culpa Eu n�o sou perfeito e tu tamb�m n�o, mas � o efeito de repuls�o que tem feito a aproxima��o E esta contradi��o n�o � de agora, j� vem com tradi��o Sei de cor a decora��o, sei que te adoro de cora��o! [Refr�o: Miguel Garcia] As horas passam, e o tempo p�ra (E o tempo p�ra) A voz fracassa (A voz fracassa) E eu sem saber se te vou ter Se te vou ver [Verso 2: xtinto] Deita-te no meu bra�o at� que o sinta dormente No fundo j� esperas que eu baze e que eu te minta novamente Agora retornado � base e � assim que eu mato tempo E se 'tou um bocado ba�o acabo do teu lado sempre Ou�am, o Valentim n�o passa quando 'tou s�o Vis�o, o cupido baza e eu nunca o vi n�o Li��o, vi-me em tua casa s� que nunca fiz p�o Perguntam-lhe se eu lhe fiz mazela mas ela diz: "N�o" Triste no meu despiste e mesmo assim eu quis-te tanto Mas o meu orgulho diz-te que mesmo assim n�o viste dano Moribundo, vagabundo do mundo 'tou distante O meu olhar � profundo, no fundo ele diz tanto Ando em ruas e ruelas Matando as tuas mazelas Eu sei que atuas com elas E enquanto amuas revelas (que) Pintas o futuro em telas, senti que n�o posso v�-las E apago estas velas porque sem ti n�o posso t�-las A utopia que outrora via na nossa sintonia Era magia na hora que eu conduzia a sinfonia Contagia e devora agora o meu dia-a-dia Porque a alegria evapora, 'tou fora da fantasia O meu retrato � abstrato s� que tanto faz de facto No meu canto rasgo e mato, curo chagas deste embate Tu naufragas neste barco, saudades deixam-me parvo � ter fome do teu amor mas mandar p'ra tr�s o prato Sentir frio do teu calor, guardar Satan�s num frasco Ler o r�tulo e dar valor at� tu saltares dum pinhasco Eu sei que tu queres que eu baze sem outras mulheres no bra�o Mas mal eu fique ba�o sou impasse no teu espa�o Se eu limpasse o passado juro que passava � frente o passo P'ra mudar o futuro que � o presente que hoje tra�o Eu prometo bazo, entretanto eu ou�o Praso Mas "Tempo, Amor e Sa�de" t�o a ficar fora do prazo [Refr�o: Miguel Garcia] As horas passam, e o tempo p�ra (E o tempo p�ra) A voz fracassa (A voz fracassa) E eu sem saber se te vou ter Se te vou ver

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  • DEZ
  • xtinto