Amor veneno

Album cover art for "Amor veneno" by Dealema

Dealema - Rap, Em Português

Amor veneno

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[Intro: Expe�o] Depois da tempestade vem a bonan�a Depois da calamidade vem a esperan�a Como a f�nix, renascemos das cinzas com a arte de viver Depois de um expresso que navegou o submundo Depois da noite escura da alma e da grande tribula��o Acordamos para a primavera da vida E atrav�s das trevas chegamos sem tempo nem hora marcada � alvorada da alma [Verso 1: Maze] Ainda n�o partiste e eu j� tenho saudades Das longas tardes, com novas amizades Na esplanada a beber limonada gelada Piada lan�ada, � geral a gargalhada Bem sei que nada dura para sempre Como castelos de areia que caem de repente No z�nite os raios atingem-me a pique A sombra n�o encontra a pele com salitre Quando o merc�rio sobe, o suor escorre A melancolia some, a aura explode Intensidade, insanidade tempor�ria Paix�o t�rrida, alma purificada O �cio da espregui�adeira na palmeira � o fim do estio, e esta noite � a derradeira N�o consigo esperar pelo pr�ximo epis�dio Vou atr�s de ti at� ao tr�pico de capric�rnio [Refr�o: Expe�o] Quando o amor se torna veneno e a vida muda Mas as impurezas purificam-se com a chuva M�goas afogadas em �guas passadas Pessoas �ntimas tornam-se inimigas E o vento leva a mem�ria das nossas vidas Como folhas j� castanhas O sol ilumina as nossas almas S�o mais uns dias, dias quentes S�o noites frias, noites frias [Verso 2: Fuse] A temperatura cai como a verdade, n�o � a f� � o amor que tem a for�a que ajoelha a humanidade Natureza � sinfonia, ou sentes ou n�o sentes Quando sentes, 't�s a medir a pulsa��o � vida Pulsar do tempo que abana as folhas mortas Deixa cair as tuas, tu tamb�m te renovas Acreditas ou n�o? Eu acredito em magia Desde o dia em que vi a cara da luz que hoje me guia Esp�rito � navalha com que marco o que valho Desenho a eternidade na casca de um carvalho Norte magn�tico, focar no essencial O cheiro da terra faz-me sentir especial Prefiro ser fiel, do que infiel ao ser E assumir forma diferente da minha forma de ser Amor � ser tocado, outono � ser amado Como a tecla de um piano que nunca foi afinado [Refr�o: Expe�o] Quando o amor se torna veneno e a vida muda Mas as impurezas purificam-se com a chuva M�goas afogadas em �guas passadas Pessoas �ntimas tornam-se inimigas E o vento leva a mem�ria das nossas vidas Como folhas j� castanhas O sol ilumina as nossas almas S�o mais uns dias, dias quentes S�o noites frias, noites frias [Verso 3: Mundo Segundo] Bate leve levemente como quem chama por mim Ser� amor certamente e o �dio n�o bate assim Desaven�as v�o s�o como chuvas de inverno Cinza, bom tom, no eterno eu hiberno No port�o do inferno a sedu��o � o convite Eu vou pelo que sinto e nunca pelo apetite Eu admito, por vezes gelo e sim, eu sou frio Cheio cora��o quente assim que vazo este vazio Por ti f�-lo, algo pensei que n�o faria Teu ombro o meu asilo, de bom grado me isolaria Em tom grave declamaria "0tou grato pela companhia" N�o brado s� alegria, neste r�dio �s sintonia Quando choravas chovia, via o sol quando sorria No nosso copo d' �gua tempestades n�o havia Senti logo � primeira sua energia Mel, tornou-me fiel, monogamia [Scratch: Dj Guze] [Refr�o: Expe�o] Quando o amor se torna veneno e a vida muda Mas as impurezas purificam-se com a chuva M�goas afogadas em �guas passadas Pessoas �ntimas tornam-se inimigas E o vento leva a mem�ria das nossas vidas Como folhas j� castanhas O sol ilumina as nossas almas S�o mais uns dias, dias quentes S�o noites frias, noites frias

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Credits

Writers
  • Maze DLM
  • Expeão
  • Fuse
  • Mundo Segundo