Tudo Na Mesma

Album cover art for "Tudo Na Mesma" by Da Weasel & Sanryse

Da Weasel & Sanryse - Rap, Portugal

Tudo Na Mesma

2 Plays

Duration: 3:31

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Lyrics

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[Verso 1: Pacman] Nada de novo neste panorama, a mesma trama: People na rua continua todo � mama Permanentemente em estado de alerta � espera da altura certa numa porta entreaberta H� esquemas novos em folha para serem postos em pr�tica De uma forma maquinal, autom�tica Nada mais natural para todos os vivos Nativos cativos da rua para sempre esquivos Agarrados n�o t�o parados por um segundo De um lado para o outro correm meio mundo, no fundo H� banhadas para serem dadas, contos de fadas Hist�rias maradas para serem contadas Come�a um estrilho por "d� c� aquela palha", malha, malha Um bacano todo fodido, nunca falha, nunca falha Da necessidade muitos fizeram virtude Com a esperan�a que talvez um dia tudo mude [Refr�o: Virgul & Pacman] (Na mesma) As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual [Verso 2: Virgul] Pretendendo, querendo, falando Mostrando uma nova actividade N�o sei o que pensam N�o sei o que v�em a n�o ser a realidade Um mundo fodido que toda a gente o desfruta: Agarrados, putos fodidos, inocentes E at� mesmo filhos da puta No meio disto tudo as prostitutas s�o *as lixadas*: Levam porrada, s�o violadas e t�m que estar caladas Mas a vida continua, enquanto h� vida, h� esperan�a Penso eu, pensamos n�s Que um dia haver� ent�o a tal mudan�a S� queremos que sigam o verdadeiro rumo Que sigam o caminho certo e n�o um caminho oportuno Porque este rumo, sim, � o futuro E se este n�o � o caminho certo, pelo menos � o mais seguro [Refr�o: Virgul & Pacman] (Na mesma) As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual [Verso 3: Sanryse] Ao mesmo tempo que um drogado compra o produto Uma velhinha � assaltada por um puto Uma prostituta � violada e largada num viaduto Tudo isto � fruto, resultado da desigualdade que nos rodeia Pela cidade a criminalidade vagueia Come�a a estender-se como uma teia Ei-la a�: cada vez mais dif�cil de conter Uns com ela a sofrer Outros para o aumento dela a contribuir Porque � dela que v�o subsistir Ladr�es sempre haver�o de existir Enquanto houver o que roubar... Resta apenas saber-se o que v�o roubar Drogados sempre existir�o Enquanto houverem dealers a traficar Basta apenas lan�ar um pequeno olhar Sobre o rumo dos acontecimentos Para ver que as cenas t�m tend�ncia a piorar � um cen�rio dif�cil de alterar Um cen�rio dif�cil de alterar Um cen�rio dif�cil de alterar [Refr�o: Virgul & Pacman] (Na mesma) As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual As putas continuam a atacar, dealers a dealar Junkies a comprar, putos vivos a roubar N�o h� nada de novo, n�o h� nada de anormal E as cenas desenrolam-se de forma casual [Outro: Sanryse] Dif�-dif�c-dif�cil de alterar

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Credits

Writers
  • Sanryse
  • Virgul
  • Carlão (PRT)