Para a nóia

Album cover art for "Para a nóia" by Da Weasel

Da Weasel - Rap, Portugal

Para a nóia

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Duration: 9:29

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Lyrics

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[Verso 1: Pacman] Outra vez a paran�ia, n�o consigo afastar o stress Sempre a pensar que o mal n�o adormece "Tenta manter a calma, n�o te deixes vencer N�o permitas que a raiva se apodere do teu ser" Mas eu n�o consigo evitar pensar nisto todo o dia Toda a noite me atrofia, a cabe�a n�o est� fria De tanto matutar d�i como se fosse estalar S� quero um pouco de paz para poder recuperar As ideias, continuam a desfilar � minha frente Sequ�ncias sa�das de uma mente, doente Parece que est� tudo a andar � volta, na volta Daqui a bocado vou arranjar uma escolta Para me acompanhar numa viagem ao outro lado A pouco e pouco, a n�ia deixa-me aprisionado N�o tenho hip�tese alguma de sucesso, estou possesso E daqui p� frente, j� n�o h� regresso [Refr�o] Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) [Verso 2: Pacman] Suores frios passeiam corpo abaixo, corpo acima Ferida aberta em carne viva que o �lcool reanima Permanentemente a queimar, n�o deixa de me lembrar Que esta dor est� aqui, veio para ficar Tento a todo o custo manter a sensatez Digo a mim mesmo pa n�o perder a lucidez Mas da luz no fim do t�nel, j� nada resta E como nos filmes de Sexta-feira � noite no canal Fiesta Sinto que j� n�o sobra nenhum buraco aberto Onde eu me possa enfiar, perto do deserto Posso fugir mas n�o me posso esconder Posso at� rezar mas n�o h� nada a fazer Mais cedo ou mais tarde, ela apanha o passo Quase que j� posso sentir a cabra a apertar o la�o [Refr�o] Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) [Verso 3: Pacman] O que era o produto de uma mente distorcida Passou para outro n�vel, logo de seguida A alucina��o deu lugar a uma constante realidade Com requintes dignos de um livro do Marqu�s de Sade Experiencio uma metamorfose no corpo inteiro Come�a pela pele, que lavo no chuveiro Mas isto vai avan�ando para um estado Cada vez mais prec�rio O meu corpo j� se tornou numa esp�cie de mostru�rio Escoria��o, hematoma ou apenas mais uma chaga Sucedem-se rapidamente Como rimas do Virgul a dar no ragga Olho-me ao espelho, j� nada consigo distinguir Parece que fui atropelado por um Tir N�o aceito mais �cidos marados do Quaresma A minha vida nunca mais voltar� a ser a mesma [Refr�o] Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) [Outro] Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) Paran�ia, paran�ia, paran�ia Paran�ia, paran�ia (n�ia, n�ia), paran�ia, n�ia Paran�ia, paran�ia, paran�ia (paran�ia) Paran�ia, paran�ia-n�ia-n�ia (n�ia) Paran�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia Paran�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia Paran�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia Paran�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia, n�ia Paran�ia (n�ia, n�ia), paran�ia (n�ia, n�ia), paran�ia

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Credits

Writers
  • Carlão (PRT)