Entre a Adolêscencia e o Crime

Consciência Humana - Rap, Em Português
Entre a Adolêscencia e o Crime
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Duration: 3:18
Lyrics
Eu queria ver o sol nascer; Mas n�o do jeito que eu vejo; Ver o orvalho das folhas caindo; E o sol surgindo do lado leste; Onde a natureza com t�o pouca beleza promete; Dias que muitos n�o se esquecem; Mais um dia amanhece CH, HC, W DEE, Preto Aplick e Adriano; H�, h�a, e � assim que chega, � HC que chega; De Menos Crime, U Negro, CH que chega, chega; H�, h�a, e � assim que chega, chega H� muito tempo quis tentar fugir dos homic�dios; Se tornando assassino do pr�prio racioc�nio; O inimigo maior, o cara que s�; Andava adiantando a morte; E atrasando os arquivos da mente; Infelizmente bateu de frente com o p�; Se envolveu com a qu�mica a chance � m�nima; E o poder destrutivo ser� maior; Na era do p�, na era do p�; A barba cresce e voc� se esquece de quem � voc�; S� quer viver na balada, maldita calada; Maltrata o ser, n�o seja eu, n�o seja voc�; O quinto � fazer parte da oitava banca a ser assassinada; Por isso ao sair de casa reze 3 Ave Maria, 3 de gra�a; S� para que os ratos cinzas n�o venham nos aborrecer; Nessa jornada, e que Deus ilumine a nossa caminhada; Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo Am�m; Quantos mano se foram, uma par de manos se foram; � muita treta, uma par de pilantragem; Primeira passagem lhe forjaram o 157, ladr�o esquece; Chegou sua vez, piou o xadrez, piou o xadrez, piou o xadrez; Chego sua vez, piou o xadrez, piou o xadrez, piou o xadrez; IPA Instituto Penal Agr�cola; Sobre o comando policial � um cora��o; Com um simples sistema t�tico de prote��o � uma pris�o; De reintegra��o final na sociedade; Pra esses criminosos eventual ou habitual; � uma tremenda e macabra favela; � um inferno real pra muitos normal; PA-PA-PA-P� quantos a qu�mica ir� matar; RA-TA-TA-T� se joga se for ligeiro pra te salvar; Dif�cil de se viver por que � pura decad�ncia; Seres humanos jogados dentro de quartos; Alojamentos super lotados condenados; � suportar tanto sofrimento, sistema sangrento; Que desmoraliza o detento, que por infelicidade; Perde a tranq�ilidade de viver com seus familiares; Mas tem persegui��o que resulta apreens�o; Casa de deten��o, agora os ratos cinzas prontos pra atacar; O ser humano viciado dependente; Que se esconde, faz o m�ximo pra respeitar as regras; E n�o ser levado pra l� novamente, ninho da serpente, pris�o; Sistema fechado, a triste regress�o, sem condi��o; Moscas sobrevoam a nossa alimenta��o; E os banheiros entupidos cheios de micr�bios; E as paredes podres me d� neurose; Em ver um homem ser espancado at� a morte; Falta de sorte, tropa de choque PA-PA-PA-P� quantos a qu�mica ir� matar; RA-TA-TA-T� se joga se for ligeiro pra te salvar Muitos morreram no Pavilh�o 9; Falta de sorte, tropa de choque; Apavorou o pavilh�o inteiro, p�nico, medo e desespero; Cachorro assassino, � cacetet� e tiro; Invas�o de inimigo, vivemos como se fossem mendigos; Amontuados no ch�o somente solid�o; Descontenta��o com a coordena��o, com a coordena��o; Cruz, cruz, cada um carrega a sua cruz; Por esses caminho complicado aglomerado de elementos; Sangue bom, com�dia, vacil�o; Que tiveram um dia o destino tra�ado; Pois aplicaram na lei 157, 55, 121; Assalto � m�o armada, furto, assassinato; No 213 o maluco ta complicado; Muitos foram enquadrados no 148, 171, 128; Sequestrador, portador ilegal, aplicador; Preso que representava perigo para a sociedade; Na clandestinidade recuperado deste mal; Que fez da sua vida uma escravid�o PA-PA-PA-P� quantos a qu�mica ir� matar; RA-TA-TA-T� se joga se for ligeiro pra te salvar
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