Poemas de uma prosa

Lyrics
[Intro] A saída duma vida quando tende a ser perigosa Talvez apenas poemas duma prosa [Verso 1 - Berna] Filhos da Guerra sem causa fomos deixados no lodo Como cobaias dum suposto dono deste jogo todo Aqui há 23 anos e nunca vi uma carta Pois o barulho, quem o parte faz milagres Também cria e nos mata Vejo a globalização unir destinos Mas controlar esses mesmos será que conseguimos? Consumimos, vivemos, amamos e dormimos Combatemos o maior dos medos Viver sozinhos Do céu chovem pergaminhos alusivos a um novo rumo Num segundo vês a chave Queres abrir a porta mas perguntas como? Como vou ser feliz? Como se como ser ninguém me diz? Entre labirintos trilhos errantes vales e colinas Batalhas triunfantes em campos cobertos de minas Fintas serpentes abençoado por forças não divinas Caminhas até que do trono te aproximas! [Refrão] A saída duma vida quando tende a ser perigosa Talvez apenas poemas duma prosa Quem me dera que os temas fossem sonhos cor de rosa [Verso 2 - Berna] Andei perdido sozinho no Mundo Já toquei no céu, já bati no fundo Fiz merdas que não me orgulho Mas juro que durmo bem Já quase morri por dentro em vez de foder alguém A minha mãe avisou: "Miúdo, não podes ser tão puro És um alvo iluminado no meio dum quarto escuro Receio mas deixei de ser burro casmurro Sempre pedi pouca há demasiado tempo Agora fico com tudo O rumo deixou de ser turvo Deixei de ser mudo Se engoli um sapo outrora Agora transformo-o num príncipe novo Num índice novo O Quebrar do Gelo um fogo posto no meu corpo Impossível de detê-lo O inimigo sou eu, chegou a altura de vencê-lo Nesta história só a vitória interessa sem apelo Vingo os dias pensativos num épico triunfal Reino a terra da esperança Passado o temporal! [Refrão] A saída duma vida quando tende a ser perigosa Talvez apenas poemas duma prosa Quem me dera que os temas fossem sonhos cor de rosa
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Credits
- Writers
- Berna (PRT)