The Cypher Respect, Vol. 2

Atentado Napalm & Xamã & Coruja BC1 & Sant & Rashid & Rincon Sapiência - Rap, Brasil
The Cypher Respect, Vol. 2
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Lyrics
[Letra de "The Cypher Respect, Vol 2". ft. Coruja BC1, Rincon Sapi�ncia, Xam�, Sant & Rashid] [Intro - Scratches: DJ Gio Marx] N�s n�o lemos e escrevemos poesia porque � bonito N�s lemos E escrevemos poesia porque pertencemos a ra�a humana Que a poderosa pe�a continue, voc� pode escrever um verso Qual seria o seu verso? [Verso 1: Buneco] Eu quero dominar o mundo tipo Pinky e C�rebro Me disseram pra usar a cabe�a, ent�o eu mordi pique C�rbero Rimo pros vagabundo nesse beat, "oh" Que n�o tem grana pra street wear mas se veste pra street war N�o sou Papa, n�o perdoou quem peca ao pegar a Bic Querem ser Pac ou BIG, t�o mais pra Peppa Pig No meio do Hip Hop nunca ter�o Ibope Eu trafico informa��o dentro do Caveir�o do BOPE Mostrando que existe um elo entre Marte, J�piter, Queens Martin Luther King, arte, luta, enfim A arte � luta e, sim, a arte lucra e fim Melhor parar por aqui ou essa parte n�o tem fim Pra quem acha que a minha cor � um presente de grego Vou te espatifar no Spotify, na rua te espanco Nessa li��o voc� aprende que o rap � um quadro negro Onde eu sigo dando aulas escrevendo com giz branco [Verso 2: Coruja BC1] Rappers fraco lembra meu cach�, vou botar no bolso Esse � o Coruja BC1 que fez o jogo virar o pesco�o Tormento igual fita do "O Chamado" ligada Hattori Hanzo nos frango, esp�ritos de alma depenada J� vi estrelas ca�rem do c�u, mas elas num era cadente Se perderam no estrelato e agora s�o estrelas decadente Harry O., n�o Harry Potter, minha mente � minha arma Minhas letras s�o minhas Horcrux, todas elas cont�m minha alma Navalha na m�o dos hater, aos bico v� se me erra Cavalo dado n�o se olha os dentes, assim Tr�ia perdeu a guerra Nostratrackdamus, tudo que eu rimo � profecia Fa�o tua mente inundar na era das letra vazia Esse � o momento que teus f� v�o imigrar Mas eu n�o sou Donald Trump, ent�o certeza que eu n�o vou barrar Bastardo em gl�ria, na tua testa eu fiz um corte Coroa de flores na tua cara n�o � tua moeda da sorte Eu sigo, driblando o mundo, Edcity me manda um beat Que pra mim ser Ronaldinho, s� falta nois gravar um feat Aprontei tanto no est�dio, chapa, em quest�o de rima Que instrumentais agora me chamam de Macuna�ma [Verso 3: Gigante] T� fritando o c�rebro, assando o seu tub�rculo Em pleno ano l�rico com a l�rica do s�culo � s�rio brow, n�o obstante os obst�culos Deus � o verbo emp�rico em cada ora��o do or�culo O demo v� que eu temo ter, sendo um ser t�o demod� Pros primo ler e sem pino ser, cuspindo Che nos Pinochet Enquanto o p� esquerdo e direito est�o mancos A m�o invis�vel fode o pobre e nois tudo nas m�o dos bancos Herdamos as d�vidas que o tempo nunca paga Rep�blica n�o � Tcheca, mas S�o Paulo � uma Praga Cidade dos cub�culos, pa�s do latif�ndio A pobreza gera um c�rculo eterno em ger�ndio No fim das conta as contas n�o t�m fim Fumando as pontas s� quem segura as pontas pra mim J� fui quebrado, por isso que eu n�o esbanjo O rap � o concerto musical onde eu me arranjo [Verso 4: Rincon Sapi�ncia] Okay, guitarra no groove, me sinto nas nuve' No campo sou tipo Pogba jogando na Juve' Passe valorizado, eu n�o fico sem clube Tocando nos club, eu t� na rua al�m do YouTube (H�) Duas nota na guita' Vou eu, no corre do placo fazendo meu saque (H�, ei) Tipo um filme da Rita Fudeu, quero ser cl�ssico que nem Cadillac (H�) Cabe�a canoa, rima que reme R-A-P, DNA'frica, ta no meu gene Brasil, onde a pol�tica aqui n�o funciona N�o sei se te emociona, funciona nos meme No salto a minha duvida � se � bungee jump Ou a cara no ch�o tipo Temer e Trump Fogo no kunk por que somos kings e queens Reis e rainhas porque somos Tupiniquins [Verso 5: Xam�] Rola a batida bandida Levada da breca atrevida, pisada nos verme que desacredita Passando com�dia igual ferro Walita, Xam� de marmita Partindo pra luta, fumando uma flor Comendo uma fruta, chapando, cerveja gelada no bar da Tijuca Me rola a bituca, me fala onde eu t�, como que eu t�? T� com uma dor de cabe�a da filha da puta Quebrando esses dedo de seta com punchline que chuta Seguindo minha meta, fazendo recruta Com rima completa, com punchline cicuta Caneta, caneta Caf� na caneca com v�rias formiga no p�o de a��car Piloto de fuga Trezentas mil l�guas, respira e navega, t� igual tartaruga (uga) Pique Donatello, pedi mussarela, fiz dan�a da chuva, enxuga Os cara n�o entrega l� na minha favela, n�o passa na curva suja Andando de skate, bolado, voado, ouvindo Coruja, fuja Com meu velho jeans sagrado, Napalm metralhadora Eu vi os �ndio derrubando o Harry Potter da vassoura Os aluno nota sete � o terrorzin' da professora Buarque Constru��o, n�s que somo a construtora Com meu velho jeans sagrado, Napalm metralhadora Eu vi os �ndio derrubando o Harry Potter da vassoura Os aluno nota sete � o terrozin da professora Buarque Constru��o, n�s que somo a construtora [Verso 6: Eko] O rap me alimenta, at� porque O p�o de cada dia � muito mais que p�o franc�s Murro em ponta de faca s� com soco ingl�s A cavalo tomo a torre e todos somos reis Os preto e os branco junto: um tabuleiro de xadrez Minha jogada te faz ver O movimento na AACD, o B.Boy perder o "B" � minha pr�pria a��o, contra apropria��o A inten��o, a exposi��o do que as c�pias s�o Sem aulas de ingl�s sei que a tradu��o de punch � soco Justi�a com as pr�prias m�os A falsa informa��o quer me dopar, consto s�o N�o t� s�, olha a minha volta quantos monstros s�o Tijolo por tijolo � o argumento mais concreto Niemeyer me deu Oscar pela constru��o Atentos ao que domina tudo, dinheiro � o novo idioma Guardo libras no criado mudo [Verso 7: Sant] Le�o do mundo ao norte, Sant, bicho solto Lembrou de nois quando ouviu: "Larga o volante" Castelando provar pro meu povo que somos livres Cavei minha pr�pria cova, infeliz o homem quem vive Mas vejam-se em mim meus parentes Pois somos o que somos, transparentes Parindo um novo Messias no est�dio, ouro, incenso e mirra Enquanto estupro � consentido e manifesta��o � birra Querem as j�ias da coroa Preciso dos bra�os fortes pra nunca virar a canoa Eu sei de coisas que voc� duvidaria E numa ideia at� reconsideraria Enxerga coisas que ningu�m aqui veria Ent�o seja bem mais voc�, sen�o quem mais daqui seria? Trevas caucasianas, luz negra no fim do t�nel Gritam: "segrega��o", vou sussurrando: une-os [Verso 8: Rashid] Sou do tempo que as Cyphers eram de free Sujeira, mais que o vocabul�rio da Dercy Palavras que descrevem o povo pique Darcy Ao contr�rio de MC que subtrai o "M" e s� lembra de si Inspirado na raiz, n�o nas rixa Gastei sola pra chegar, pique o Luan nas lixa Sou rap BR enquanto uns copia tanto os gringo Que falta dizer: "Vers�o Brasileira: Herbert Richers" Gueto, n�vel hard Trago a quebrada nas minhas linhas igual os bus�o �s 6 da tarde E o n�vel de stress tamb�m � o mesmo E o vi�s n�o � a esmo pra chegar aos p�s de S�rgio Vaz e Ferrez Nas e Dead Prez, Guru, Jazzmatazz, vai, quem sabe uns dez mais A la Mois�s traz a f� na gente, mas Abrir mares ficou pra tr�s, a treta agora � abrir as mente Mission�rio das ruas na via Pus tanta f� nisso que meu rap virou ritmo e profecia Pelos nosso desde sempre, afoito Meu ano � l�rico desde um-nove-oito-oito E o que � l�rica pra voc�? Aos MC que pensam no que � dito eu tenho que agradecer E pros bico sujou, tem sa�do tanta pancada do meu est�dio Que eu to chamando ele de doj�
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Credits
- Writers
- Xamã
- Eko Urso Branco
- Gigante No Mic
- Buneco
- Coruja BC1
- Sant
- Rashid
- Rincon Sapiência
- Scooby
- DJ Gio Marx